Dá pra trabalhar em TI sem saber programação ou sabendo pouco? A resposta vai te surpreender

O mercado de tecnologia da informação (TI) é certamente um dos que mais crescem em todo o mundo atualmente. Isso é perceptível pela presença crescente da tecnologia em nossas vidas e no faturamento trilionário que gigantes do setor, como Apple, Microsoft, Meta, IBM e Amazon, obtêm a cada ano.

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A formação de profissionais de TI, no entanto, não vêm crescendo no mesmo ritmo, o que torna a procura por eles cada vez maior e os salários, consequentemente, cada vez mais atraentes.

Já é possível, por exemplo, iniciar a carreira no setor, mesmo sem graduação e sem experiência, com salários superiores a R$ 40 mil por mês, em países como Estados Unidos e Inglaterra.

Se você está interessado em aproveitar esse bom momento da área, mas não sabe nada de programação, fique tranquilo. Existem alternativas para se tornar um profissional do TI mesmo sem entender nada, ou entendendo muito pouco de códigos. Confira a seguir.

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Torne-se um programador em meses ou até semanas

Para atender a crescente demanda por profissionais de TI, surgiram no mercado empresas especializadas em formá-los em pouquíssimo tempo, em meses ou até semanas, mas com todos os requisitos feitos por quem contrata.

Muitas delas usam a estratégia de bootcamp (“campo de treinamento”), uma espécie de treinamento intensivo que coloca pessoas sem conhecimento na área em experiências submersivas, que incluem cursos, mentorias e desafios práticos de pouca duração.

As edtechs, por seu lado, são as empresas que utilizam a tecnologia para tornar o aprendizado ainda mais rápido e atrativo. Um exemplo é a startup brasileira Gama Academy, fundada em 2016 e voltada para formação de profissionais para o mercado digital. Nela, o aluno tem acesso a centenas de cursos e programas de treinamento intensivo, como o Gama Experience, e só paga depois de contratado.

Low-code e no-code: um revolução emergente

Na outra ponta, surgem ferramentas que tornam o trabalho em TI menos complexo, como o low-code e o no-code. Enquanto o low-code se refere às plataformas que usam pouco código de programação, o no-code nomeia aquelas que simplesmente dispensam o uso de códigos.

Essas ferramentas tornam o desenvolvimento de softwares e outras soluções tecnológicas muito mais ágil, já que libera os profissionais de ficarem configurando extensas linhas de código por horas.

Exemplos de plataformas low-code e no-code são o Elementor, voltado para desenvolvimento de sites, e o Cronapp e o OutSystems, voltados para criação de aplicativos.

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Segundo um estudo da consultoria Gartner, mais de 65% dos softwares e aplicativos serão desenvolvidos em low-code até 2024, com previsão de uma expansão de 40% a cada ano. Isso dá uma boa ideia de como o mercado oferece oportunidades.

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Amaury Nogueira
Amaury da Silva Nogueira é bacharelando em Letras/Edição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonado pelo universo da escrita, atua há dois anos como redator e realiza pesquisas sobre história da edição no Brasil. Além disso, atualmente pesquisa também sobre direitos e benefícios sociais para agregar conhecimento na redação do portal de notícias FDR.