Estas soluções têm ‘mudado a vida’ dos pequenos negócios

Nos últimos anos, a transformação digital foi um dos grandes focos dos pequenos negócios, especialmente após o início da pandemia do coronavírus. Usar a internet para os mais variados fins se tornou um hábito da população que se viu obrigada a permanecer em casa. Por conta disso, outro item passou a fazer parte da vida das pessoas: os chatbots, que são ferramentas usadas para atender os clientes de forma rápida, inteligente e automatizada.

No entanto, não são todas as empresas que estão oferecendo esta tecnologia de maneira satisfatória, trazendo frustração para muitos clientes.

“A grande maioria dos empreendedores usa a resposta automática do WhatsApp, que dá respostas básicas, mostra o horário de atendimento, informações úteis. Isso mantém sua empresa aberta mesmo quando você está dormindo”, disse ao Pequenas Empresas e Grandes Negócios,  a consultora do Sebrae-SP Taís Camargo.

Algumas empresas já conseguiram calibrar o robô para que ele fique mais humanizado e que consiga dar opções que realmente o consumidor esteja precisando. Taís também ressalta que existe uma questão de geração envolvida neste processo. Para pessoas com mais idade acostumadas com atendimento feito por pessoas, o robô pode não ser bem vindo.

“Já a geração mais nova, se puder resolver tudo pelo chat vai ficar feliz, porque odeia ter que conversar com alguém se pode resolver tudo por um botão”, disse ela.

Seja como for, a empresa é preferível que as empresas avisem aos clientes que o atendimento está sendo feito por um robô que deem um telefone ou link para aqueles que preferem outro tipo de contato.

Como usar chatbots

A consultora do Sebrae-SP explicou ao PEGN que criar um sistema de chatbot não é muito caro. “Existem plataformas de todos os valores, do gratuito ao personalizado para sua empresa, mas para começar o ideal é testar com as respostas automáticas do WhatsApp Business e ver se elas estão convertendo para o site, se você está tendo retorno”, disse.

Ela explicou ainda que é necessário realizar testes antes de colocar a ferramenta para funcionar com os clientes. “As respostas devem ser rápidas e curtas, e se não for possível dar o encaminhamento, ter outro canal de atendimento e informar o tempo de resposta médio”, orientou.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.