Você investiria? Fundo imobiliário de cemitérios sobe 17% e gera questionamentos; entenda

Nesta quarta, 4, o IFIX, índice que engloba os FIIs mais negociados na Bolsa, fechou o dia com uma queda de 0,25%, aos 2.787 pontos. Na terça, o índice havia registrado uma baixa de 0,12%. Na liderança entre as maiores altas do dia estava o fundo NCH High Yield (ativo=NCHB11), com um crescimento dd 1,03%. Veja os outros destaques abaixo.

A Bolsa de valores brasileira, B3, indagou o movimento recente das cotas do Brazilian Graveyard and Death Care Services (CARE11), fundo imobiliário que tem foco na exploração de jazigos e serviços funerários. Considerando a semana, os papéis passaram  por uma valorização de 17%.

A B3 além de perguntar sobre o comportamento recente nos pregões, pediu também informações sobre o aumento no número de negócios e na quantidade de cotas negociada desde o dia 18 de abril.

“Solicitamos que nos seja informado, até 3 de maio de 2022, se há algum fato do conhecimento da administradora que possam justificar o comportamento das cotas”, dizia  o ofício da B3.

As cotas do Brazilian Graveyard passaram por oscilações nos últimos dias, indo de uma queda de 9% a alta de 10%, como aconteceu sessão da última segunda, 2.

A Planner Trustee Distribuidora de Títulos Mobiliários, administradora do fundo, disse em resposta ao ofício que não tem conhecimento sobre qualquer informação que possa justificar as oscilações atípicas registradas nas cotas do FII.

O Brazilian Graveyard, primeiro fundo imobiliário do Brasil do segmento de cemitérios, passou a integrar, nesta semana, da carteira teórica do IFIX. Ontem, às 10h40, os papéis do fundo registravam queda de 1,79%.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.