Virou moda? Após tentativa de botijão de gás em avião, agora foi a vez de galões de gasolina

Realmente o Brasil não é para amadores. Após o caso recente que aconteceu no aeroporto de Recife (PE), em que uma passageira tentou despachar um botijão de gás, uma situação parecido aconteceu novamente. Desta vez, o objeto era gasolina, produto extremamente inflamável e perigoso de se transportar.

Este caso aconteceu na último sábado, 26, quando um passageiro foi fazer o check-in em uma empresa aérea não identificada e queria despachar uma caixa. Obedecendo o procedimento padrão, uma funcionária solicitou que o passageiro abrisse a caixa, e percebeu que ela continha recipientes de óleo automotivo, que a depender do tipo, pode ser inflamável e não pode ser despachado.

Porém, mesmo antes de conferir o rótulo do produto, a funcionária sentiu um cheiro forte e perguntou o que era para o passageiro. Ele revelou que era gasolina. A funcionária registrou o acontecido.

De acordo com a regulamentação da ANAC, o embarque da caixa foi negado e ela teve que ser descartada.

Caso do botijão de gás

Ciente do alto preço do botijão de gás atualmente, uma brasileira foi muito comentada na última semana ao tentar embarcar com o objeto em um voo entre Recife (PE) e Guarulhos (SP).

Ela, que não teve a identidade revelada, guardou o botijão dentro de uma caixa de papelão e tentou o despachar para o porão da aeronave de seu voo.

O plano dela só não deu certo pois um empregado da empresa Gol, responsável pelo voo, viu o botijão de gás ao abrir a caixa e impediu que ele fosse despachado.

Através de um vídeo que está circulando na internet, o funcionário da GOL diz: “Isso aqui não pode ser despachado não. Certo? Isso aqui é praticamente uma bomba. A senhora derruba um avião com um negócio desse. Não pode embarcar não.”

A mulher ainda perguntou se era possível levar o botijão mesmo vazio e o funcionário disse que não. Os botijões ou qualquer outro tipo de recipientes de armazenamento sob pressão fazem parte da lista de itens que são proibidos de serem despachados no porão ou levados na cabine de um avião que transporta passageiros.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.