Criptoeconomia protege cidadãos dos impactos da guerra; entenda

A criptoeconomia vem protegendo os cidadãos dos impactos da guerra, com isso o setor tem se expandido e se tornado o principal refúgio para russnos e ucranianos em meio às sanções.

Criadas em 2008, essa é a primeira vez em que as criptomoedas estão sendo utilizadas inseridas no contexto de uma guerra. Tudo isso se dá pela maneira que as criptos operam. Para .entender como a economia das criptos tem protegido os cidadãos afetados pelo conflito é preciso compreender o que mais as pessoas têm procurado diante da situação de guerra, segurança.

Criptoeconomia e segurança 

A segurança financeira oferecida pelo ambiente criptoeconômico é primordial para os afetados pelas sanções. As moedas digitais não estão sobre domínio do banco tradicional,  suas transações são registradas no blockchain que se torna um ambiente protegido, principalmente diante do atual cenário.

Diante do contexto de guerra, as criptomoedas se mostram uma economia vantajosa por permitir que uma pessoa consiga sair do seu país sem perder seu patrimônio, e principalmente sem depender da moeda local, afetada pelas sanções com o fechamento de bancos, desvalorização da moeda, entre tantos outros problemas. 

Sanções internacionais

As transações via cripto passaram a crescer na Ucrânia diante das doações feitas, enquanto a Rússia passou a adotar ainda mais o ambiente como meio de sobreviver às sanções internacionais.

Com a criptoeconomia além de segurança, é possível ter autonomia na gestão, não cabendo ao Estado. Com a fuga dos bancos tanto do território russo, quanto ucraniano, os recursos tirados dessas instituições foram parar nas exchanges.

Apesar da criptoeconomia assegurar o mantimento dos recursos financeiros dos cidadãos das duas nações, muitas instituições e até mesmo órgãos governamentais têm aderido a estratégia.

Contornar as sanções não será fácil, mas a situação deve acelerar a sedimentação da infraestrutura que faz a cripto. O mercado das criptomoedas é o caminho mais seguro e rápido de implementar o dólar ao Swift, plataforma global de transações financeiras, além de fugir das bandeiras dos cartões de crédito Visa e Martercard que suspenderam suas atividades na Rússia.

Diante do alto uso da criptoeconomia pelos dois países em conflitos, cada um por seus motivos, acontece a  valorização do Bitcoin, a conhecida das criptomoedas, sendo negociada a valores superiores a U$ 44 mil no dia 1 de março.

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Hannah Aragão
Hannah Aragão é graduanda em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, a UFPE. Atuou em diversas áreas da comunicação, passando por assessoria, endo marketing, comunicação estratégica e jornalismo impresso. Atualmente, se dedica ao jornalismo online na produção de matérias para o portal FDR.