Perguntas e respostas importantes sobre o novo auxílio permanente para mães solteiras

Auxílio Permanente deve ser concedido para mães solteiras. O Congresso Federal vem debatido a possibilidade de aprovar mais um benefício social. Ele terá como público alvo as mulheres chefes de família que não recebem ajuda de custo para sustentar os filhos. Abaixo, tire algumas dúvidas sobre sua concessão.

O Auxílio Permanente está cada vez mais próximo de ser aprovado no Congresso. Nos últimos dias, os parlamentares se reuniram para debater seu orçamento. O texto tem como finalidade conceder mensalidades de R$ 1.200 para as mães vulneráveis.

Quais são as regras para ter direito ao auxílio para mães solteiras?

  • Ser mulher e mãe de família;
  • Ter 18 anos ou mais;
  • Não possuir emprego formal ativo;
  • Não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial e nem ser beneficiária do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família, que será suspenso durante o recebimento do auxílio permanente;
  • Possuir uma renda familiar mensal per capita de até 1/2 salário-mínimo ou a renda familiar mensal total de até 3 salários mínimos;
  • Estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal;
  • Ser microempreendedora individual (MEI); contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social; ou trabalhadora informal, seja empregada, autônoma ou desempregada.

Como se cadastrar no auxílio permanente?

O processo de cadastramento será feito através do CadÚnico. O cidadão precisa estar vinculado a plataforma social e na sequência aguardar pela triagem do Ministério da Cidadania. Não haverá uma plataforma específica para solicitar o pagamento.

Qual o valor da mensalidade?

A mensalidade estará quase no valor do salário mínimo. Cada segurada poderá receber R$ 1.200 fixos. Diferentemente do Auxílio Brasil, não haverá abonos complementares que totalizem o valor final.

Onde será feito o pagamento?

Os depósitos devem acontecer através do Caixa Tem. Isso implica na obrigatoriedade de se vincular a plataforma. O cidadão precisa criar uma conta na poupança digital, seguindo os passos abaixo:

  • Instale o aplicativo em seu celular. Ele está disponível, de maneira totalmente gratuita, para dispositivos móveis com sistemas AndroidiOS;
  • Abra o Caixa Tem e clique em entrar;
  • Em seguida, toque em “cadastre-se”;
  • Informe os seus dados pessoais, como dígitos do CPF, nome completo, número do telefone celular, data de nascimento, CEP e endereço de e-mail;
  • Feito isso, será necessário criar uma senha numérica de, no mínimo, seis dígitos. Não pode ser igual ao seu CPF e nem ter repetições em sequência, como “123456”. O sistema também não permite que você use a sua data de nascimento como senha;
  • Depois de escolher sua senha e informá-la nos campos dispostos no app, toque em “não sou um robô”;
  • Em seguida, vá até a sua caixa de e-mail e procure por uma mensagem com o título “Login Caixa” e, após encontrá-la, clique no link para validar seu cadastro. Não encontrou o e-mail? Não se esqueça de conferir a sua caixa de “spam”;
  • Ao clicar no link do e-mail para validar seu cadastro, você terá acesso à tela de menu do Caixa Tem;
  • Para usar os recursos, volte ao aplicativo e toque na opção “liberar acesso”;
  • Quando um chat automático aparecer na tela de seu celular, vá na opção “toque aqui para realizar seu primeiro acesso”;
  • Feito isso, o próximo passo será o de validar o seu celular. A Caixa pede que o usuário faça isso para evitar fraudes nos cadastros, possibilitando o acesso apenas para você e mais ninguém;
  • Na próxima tela que aparecer, toque em “continuar”;
  • Em seguida, toque em “receber código”;
  • Um código será encaminhado por SMS. Informe-o no campo solicitado do app;
  • Depois disso, você vai dar um nome para o seu celular. Pode ser qualquer um;
  • Escolheu o nome? Pronto! Seu celular está devidamente validado e você já poderá acessar todas as funcionalidades do Caixa Tem.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.