A nova carteira de identidade é obrigatória? Saiba como solicitar a sua

Governo Federal anuncia novo documento para identificação da população. Na última semana, a imprensa nacional passou a informar os cidadãos sobre a reformulação na carteira de identidade. O atual modelo do RG será substituído pela versão digital que já pode ser solicitada em todo o país. Acompanhe.

A carteira de identidade acaba de ganhar uma nova versão. Depois de um decreto do governo federal, a população passou a ter direito de solicitar o documento pela internet. Pelo informe, a mudança objetiva facilitar a vida dos cidadãos sem que haja a necessidade da emissão em papel.

Sou obrigada a fazer a nova carteira de identidade?

Apesar do decreto ser do governo federal, não há uma obrigatoriedade para mudar o documento. Quem estiver com o atual modelo do RG pode utiliza-lo pelos próximos 10 anos, período de sua validade.

A nova versão pode ser solicitada, se desejado, nos postos de atendimento do seu município. Cada cidade será obrigada a fazer a emissão da versão virtual, enviando-a para o e-mail do titular.

Basta entrar em contato com o órgão emissor da sua cidade, através de seu site, e solicitar a mudança. Será exigido o anexo da atual versão da documentação para validar a sua titularidade.

Principais informes sobre o novo RG

  • O número usado para o registro nacional será o do CPF;
  • A autenticidade poderá ser checada por QR code, inclusive ‘offline’, sendo assim, apenas o CPF será considerado;
  • O RG não substitui o passaporte;
  • O novo documento poderá ser considerado apenas em viagens internacionais a países do Mercosul, a mudança é para facilitar a verificação da validade do documento;
  • A população também terá acesso à carteira de identidade digital pelo Gov.br;
  • Quando for emitida uma carteira de identidade em uma unidade da federação diferente daquela onde foi feita a primeira, ela passa a ser considerada segunda via;
  • O documento contará com o código MRZ, o mesmo emitido em passaportes;
  • Além disso, o cidadão poderá optar por incluir informações de saúde em seu documento no momento da emissão como o grupo sanguíneo, se é doador de órgãos e informações sobre casos particulares de saúde, que possam contribuir para salvar a vida do cidadão;
  • O visual do documento também será único para todo o país.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.