Criptomoedas: investidores lucram com Dogecoin e abrem restaurante temático

Dubai, cidade que compõe os Emirados Árabes Unidos, ganhou o primeiro restaurante temático de criptomoedas do mundo. Inspirado na criptomoeda-meme dogecoin, o Doge Burger é uma hamburgueria virtual que serve apenas via delivery e aceita pagamentos com diversos ativos digitais. 

Além disso, a loja que usa o modelo de restaurante fantasma, que são cozinhas construídas com o foco em realizar somente delivery, vai aceitar pagamentos também em bitcoin,ether, BNB, CRO, XRP, USDT e até a criptomoeda-meme “rival” da dogecoin, shiba inu. Essas informações são da revista Time Out Dubai.

De acordo com a publicação, os fundadores do restaurante são investidores de criptomoedas e criaram a loja com lucros obtidos com a própria dogecoin.

Em seu menu, hambúrgueres de carne e frango, hot dog e outros, tem valores entre  35 e 50 dirhams (entre R$ 50 e R$ 70).

Os donos do estabelecimento afirmam que um dos objetivos do negócio é aproveitar do crescente mercado de pagamentos com criptomoedas nos Emirados Árabes Unidos. 

Dubai, foi um dos primeiros a possuir lojas conectadas à blockchain, com pagamentos em cripto sendo usados no país desde pelo menos 2014.

Apesar de sua comunidade engajada, e de ainda se manter entre as 12 maiores criptomoedas do mundo, com capitalização de mercado de mais de US$ 17 bilhões, a dogecoin tem sofrido com a queda generalizada do mercado cripto. Atualmente, o token é cotado a US$ 0,13, quase 82% abaixo de sua máxima histórica de US$ 0,74, registrada em maio de 2021.

Com referência, o bitcoin é cotado no momento 43% abaixo de seu maior preço de todos os tempos.

Esse trabalho de fortalecimento do setor de criptoativos por empreendedores e investidores locais não é recente, já que o país aceita pagamentos com criptoativos desde 2014.

Há ainda uma grande adesão de novos investimentos na nação, sendo uma país atrativo para profissionais que buscam experiências nessa área.

A criação do restaurante mostra como a Dogecoin ainda apresenta um grande impacto no mercado, saindo um pouco da sua natureza inicial de “meme” para virar um negócio lucrativo em outros pilares sociais. A lanchonete é uma boa estratégia para atingir diversos públicos, além de popularizar ainda mais a imagem do ativo e de outras moedas, já que as mesmas são aceitas como pagamento no local, de acordo com dados registrados por veículos de comunicação local.

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Jheniffer Freitas
Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Há dois anos é redatora do portal FDR, onde acumula bastante experiência em produção de notícias sobre economia popular e finanças.