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Gás de cozinha tem novo reajuste e valor fica mais alto em várias cidades

Botijão de gás mais caro! Quando auxílio gás será lançado para bancar desconto?

Botijão de gás mais caro! Quando auxílio gás será lançado para bancar desconto? (Imagem: Barbara Moira)

Em contramão à redução no preço da gasolina, o gás de cozinha ficará ainda mais alto no bolso dos trabalhadores. A informação foi confirmada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

Gás de cozinha tem novo reajuste e valor fica mais alto em várias cidades
Gás de cozinha tem novo reajuste e valor fica mais alto em várias cidades. (Imagem: FDR)

O gás liquefeito de produto (GLP), o gás de cozinha de 13 quilos, teve um aumento de 0,1% no prazo de uma semana. Neste sentido, a última cotação havia chegado ao preço de R$ 102,55 como a cobrança mais cara. Agora, o preço mais alto é o de R$ 140 pela quarta vez consecutiva.

O menor preço cobrado pelo botijão de gás segundo a ANP é de R$ 79,99, uma alta de 2,5% com base na mesma comparação. Enquanto isso, a média do gás de cozinha ficou em R$ 95,63 entre o período de junho a novembro deste ano. 

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É importante mencionar que o recém publicado decreto de número 10.881, obriga a ANP a publicar mensalmente até o décimo dia útil de cada mês, a média nacional dos últimos seis meses do valor cobrado pelo gás de cozinha por todo o país. Desta forma, foi possível identificar que na última semana, Cuiabá foi a capital com o maior preço para o botijão de 13 kg, a R$ 120,31.

Enquanto isso, Salvador ficou com a menor quantia, de R$ 92,59. Em Maringá, no norte do Paraná, o preço médio do produto bateu recorde, chegando a R$ 114, o maior valor já registrado na cidade.

O levantamento foi feito em 18 revendedoras do município entre o período de 5 a 11 de dezembro, podendo identificar que o preço mínimo foi de R$ 108 e o máximo de R$ 120. 

Em novembro, o que é considerado como um dos gastos mais importantes no orçamento de famílias de baixa renda teve uma alta de 2,12%. O custo compõe os dados apurados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Até então, havia sido a 18ª alta seguida no preço do item, que acumulava uma variação de 47,84% no período. Somente no resultado acumulado de 12 meses até novembro, a alta registrada foi de 38,88%, impactando a atualização do IPCA.

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