Por que pessoas estão correndo para atualizar dados no Cadastro Único?

Com o fim do Auxílio Emergencial e do Bolsa Família, pessoas têm corrido para atualizar dados no Cadastro Único. Na plataforma ocorre a triagem, na qual o perfil das pessoas são analisados e aprovados ou não para receber benefícios sociais.

Para receber o substituto bolsonarista do Bolsa Família, é necessário não apenas ser inscrito na plataforma, mas também estar com todos os dados atualizados. 

Diante da necessidade da inscrição e atualização dos dados no CadÚnico para ser um beneficiário do Auxílio Brasil, algumas sedes para emissão enfrentam superlotação.

Em algumas cidades, beneficiários enfrentam filas para ter atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social, CRAS, de seus bairros ou municípios.

Em Salvador, o atendimento precisou ser ampliado ainda no mês de outubro. Atualmente são feitos até 800 atendimentos por dia, quando anteriormente eram apenas 200 pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Como atualizar CadÚnico

O CadÚnico funciona como uma identidade social e pode ser realizado por pessoas em situação de baixa renda. 

O serviço que tem sido bastante procurado é o de atualização do cadastro. Anualmente o governo federal revisa os dados das famílias cadastradas com o intuito de que as informações desatualizadas possam ser corrigidas.

Entretanto, no momento da inscrição o comprometimento do titular é de que atualize os dados no máximo a cada dois anos.

Quem deixou para última hora deve procurar o CRAS ou um posto de atendimento do Cadastro Único para atualização dos dados. O cadastro pode ser verificado também por meio do aplicativo Meu CadÚnico.

Mudança de endereço, telefone, estado civil, renda mensal, adoção, nascimento ou falecimento na família devem ser comunicados e registrados no cadastro. 

É válido ressaltar a importância de na atualização portar dados e documentos de todos que compõem sua estrutura familiar. 

Em alguns estados e municípios o atendimento funciona por meio de agendamento. 

Auxílio Brasil

O novo programa social do governo Bolsonaro pretende ampliar o atendimento para 17 milhões de brasileiros.

Para ter acesso ao benefício é preciso ter uma renda per capita de até R$ 550 (atual valor referente a meio salário mínimo) e renda familiar total de até três salários mínimos, resultando em R$ 3.300. 

 

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