Novo calendário para 2ª dose das vacinas Pfizer e AstraZeneca no Distrito Federal

Governo do Distrito Federal altera o tempo de aplicação da segunda dose contra a covid-19. Na última semana, a gestão local informou que a população pode completar o ciclo de imunização contra o novo coronavírus ainda mais cedo. No entanto, a medida só será válida para quem teve acesso há marcas específicas.

Os moradores do Distrito Federal que desejarem adiantar a vacinação contra a covid-19, devem ficar atentos. O governo passou a permitir a aplicação da segunda dose, das marcas Pfizer e AstraZeneca, após 8 semanas desde a primeira. O que significa que o tempo de espera agora é de 56 dias.

Antecipação da vacina da covid-19

O novo cronograma já está em funcionamento no Distrito Federal. Isso significa dizer que aqueles que tomariam a 2 dose apenas a partir de 19 de novembro já podem fazer seus agendamentos para os próximos dias.

Com a medida, o governo espera ampliar os índices de ciclo de imunização completos. Atualmente 58,73% da população acima dos 12 anos já teve acesso as duas doses ou a aplicação única. Já a primeira imunização foi dada para 86% dos moradores, totalizando mais de 3,8 milhões de vacinas.

Segundo a Secretaria de Saúde, a antecipação espera justamente incentivar o agendamento da segunda dose.

“É importantíssimo que o público consolide o seu processo de vacinação”, ressaltou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.

Cronograma de vacinação contra a covid-19 no DF:

  • Dose de reforço: está aberta para pessoas com 60 anos ou mais, além de profissionais de saúde, que tomaram a segunda dose ou dose única há, pelo menos, seis meses.
  • Dose adicional: é voltada para imunossuprimidos graves que tomaram segunda dose ou dose única há, no mínimo, 28 dias.

Lista de pessoas que fazem parte do grupo de imunossuprimidos

  • Usuários de medicamentos com Metotrexato, Leflunomida, Micofenolato de mofetila, Azatiprina, Ciclofosfamida, Ciclosporina, Tacrolimus, 6-mercaptopurina, infliximabe, etanercept, humira, adalimumabe, tocilizumabe, Canakinumabe, golimumabe, certolizumabe, abatacepte, Secukinumabe, ustekinumabe ou Inibidores da JAK (Tofacitinibe, baracitinibe e Upadacitinibe);
  • Pessoas com imunodeficiência primária grave;
  • Pacientes de quimioterapia para câncer;
  • Trasplantados de órgãos sólidos e de células tronco e medula óssea;
  • Pessoas com HIV e CD4 <350 células/mm3;
  • Pacientes em hemodiálise;
  • Pessoas com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas, como reumatológicas, autoinflamatórias e doenças intestinais inflamatórias.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.