Financiamento no Casa Verde e Amarela tem novas regras; descubra tudo!

Regras para concessão do Casa Verde e Amarela são reformuladas. Nessa semana, o governo federal anunciou que estará alterando alguns critérios para o financiamento pelo seu programa habitacional. A principal mudança diz respeito a possibilidade de aluguel pelo projeto.

Financiamento no Casa Verde e Amarela tem novas regras; descubra tudo! (Imagem: Reprodução/Caixa)
Financiamento no Casa Verde e Amarela tem novas regras; descubra tudo! (Imagem: Reprodução/Caixa)

Validado há menos de um ano, o Casa Verde e Amarela vem concedendo milhares de conjunto habitacionais em todo o país. Similar ao antigo Minha Casa Minha Vida, o projeto permite que a população dê entrada em um financiamento imobiliário, tendo taxas de juros mais baixas.

Mudanças nas regras contratuais

De acordo com as últimas informações liberadas nessa quarta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro estará editando as normas do projeto para ampliar o número de beneficiários.

Um de seus principais objetivos é ofertar contratos de locação pelo programa, garantindo assim uma maior rotatividade no mercado imobiliário.

Além disso, a equipe federal mencionou também mudanças no que diz respeito a concessão de subsídios para o Casa Verde e Amarela. Segundo fontes internas, as faixas de renda poderão ser reajustadas.

“O Ministério do Desenvolvimento Regional está tentando fazer alguns ajustes para que a produção volte a ser atrativa em cidades com até 100 mil habitantes”, diz Ronaldo Cury, vice-presidente de habitação do Sindicato da Construção (Sinduscon-SP).

Uma das propostas em debate é o aumento do subsídio para a população de baixa renda que reside em municípios e bairros mais carentes.

Segundo Cury, a decisão não deseja incrementar valores, mas remanejar recursos do programa destinados à subvenção.

No ano passado, sobraram recursos para subsídio e, em 2021, podem sobrar também”, acrescenta o vice-presidente do Sinduscon-SP.

Atuais requisitos de inscrição no Casa Verde e Amarela

Para participar é preciso ter uma renda mínima de R$ 2 mil e uma máxima de R$ 7 mil, sendo necessário apresentar a seguinte documentação:

  • Comprovação De Renda Feita (Holerite/Contracheque);
  • Documentos De Identificação (RG E CPF);
  • Comprovação De Estado Civil (Certidão De Nascimento Para Solteiros, Certidão De Casamentos Para Quem É Casado E Certidão De Casamento Averbada Para Divorciados);
  • Comprovante De Residência Atual;
  • Declaração De Contribuição Do Imposto De Renda, Se Necessário

É importante ressaltar que atualmente o projeto é dividido em três faixas de renda, da menor para a maior e as taxas de juros aplicadas ao Norte e Nordeste são mais baixas que demais locais do país. Para saber mais, clique aqui.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.