FGTS através do PIX? Entenda melhor essa novidade divulgada pelo Banco Central

O Banco Central (BC) anunciou que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) poderá ser recolhido com o sistema Pix. O objetivo da instituição tem sido de incluir contas que não se enquadravam nas regras de regulamento do novo sistema de pagamento. Dessa forma, algumas novas contas de varejo poderão receber o Pix, que teve o lançamento nesta segunda-feira (16).

Banco Central anuncia que os empregadores poderão recolher o FGTS com o sistema Pix
Banco Central anuncia que os empregadores poderão recolher o FGTS com o sistema Pix (Imagem: Adrianna Calvo/Pexels)

A previsão da instituição é que a facilidade relacionada ao FGTS tenha o início da operação a partir de janeiro de 2021, com o lançamento do FGTS Digital.

Com essa integração o Fundo terá diversos benefícios. Entre os pontos citados, está a “agilidade no recebimento dos recursos, maior facilidade de conciliação e maior número de instituições aptas a receber esses recolhimentos”.

Conforme acontece maior número de instituições aptas a recolher os recursos, o Banco Central espera que aconteça uma diminuição das taxas que o Fundo paga pelo serviço de recolhimento.

A instituição como usuária final

Outro ponto levantado pelo BC se refere às instituições financeiras e de pagamento, na qualidade de usuários finais. Essas instituições poderão realizar e receber pagamentos por meio do sistema Pix.

“Essa hipótese acontece quando instituições participantes fazem transações decorrentes exclusivamente de obrigações e de direitos próprios, por exemplo, no pagamento de seus fornecedores, impostos e afins, vedadas transações em que a contraparte seja uma instituição financeira ou de pagamento”, relata.

O objetivo seria de que a inclusão das contas próprias possibilite os casos de negócio, com relação à liberação de operação de crédito na conta do recebedor em outra instituição.

Segundo o BC, um exemplo deste caso seria quando um usuário contrata uma operação de crédito com uma instituição, porém segue com a conta transacional em instituição diversa.

“Nesse exemplo, o usuário não precisará abrir uma conta no na instituição na qual tomará crédito porque o recurso poderá ser transferido para sua conta que ele costuma usar. Desse modo, facilita-se o processo de concessão crédito e aumenta a competição pelo cliente”, complementa em nota.

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Silvio Souza
Silvio Suehiro Souza é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Possui experiência em produção textual e, atualmente, dedica-se à redação do FDR produzindo conteúdo sobre economia.
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