Durante a pandemia do novo coronavírus todas as ações visualizadas no cenário econômico e também político influenciam de forma intensiva na bolsa de valores, em especial, na Ibovespa.

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Promessa de sucesso em testes com as vacinas do Covid-19 fazem Ibovespa alavancar (Montagem/FDR)
Promessa de sucesso em testes com as vacinas do Covid-19 fazem Ibovespa alavancar (Montagem/FDR)
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Com previsão de sucesso com os testes das vacinas do Covid-19 no mundo, as ações na Ibovespa começaram a subir, operando em alta. O levantamento foi publicado na revista científica The Lancet que detalhou um potencial positivo para a vacina que vem sendo desenvolvida pela AstraZeneca.

A vacina está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford. Em números, a Ibovespa avançou 1,49% e encerrou em 104.426,37 pontos, próximo da máxima intradia de 104.438,48 pontos.

Este foi um dos maiores índices alcançados desde o início da pandemia, declarada em 11 de março pela OMS. Vale ressaltar que o Ibovespa é um dos principais índices de ações. Essa é uma resposta ao cenário de mudanças.

Ainda segundo a análise feita pela revista, a vacina é considerada segura e eficiente. Mas ainda há pontos nesta vacina como os efeitos colaterais, que podem causar febre e dores cabeça, sendo atenuados com doses de paracetalmol.

Atualmente a vacina está na última fase de testes. Expectativa é que até setembro a vacina já esteja pronta para ser produzida em massa na Rússia. Outra expectativa é de que haja uma aprovação de um fundo para a recuperação econômica da Europa.

Por outro lado, o ritmo de contágio do vírus no mundo segue minando a expectativa de uma recuperação mais forte da economia mundial para o segundo semestre. Já na véspera, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou o maior número de novos casos globais.
Foram contabilizados 260 mil infectados em 24h, mostrando que mesmo quatro meses após o início da pandemia, o ritmo de contágio segue mais alto do que nunca. Tirando os Estados Unidos, os casos no Brasil, Índia e África do Sul foram os maiores responsáveis pelo novo recorde de infectados.