Bolsa de Valores e vacina do Covid-19: Qual a relação entre eles?

Possível cura para o covid-19 gera impactos no mercado financeiro. Nessa semana, a Bolsa de Valores de São Paulo apresentou elevações mediante a possibilidade do lançamento de uma vacina contra o novo coronavírusDesde que começou a ser desenvolvido, o medicamento vem afetando diretamente as ações mundo a fora e poderá ser visto como a principal solução para essa crise econômica. 

Bolsa de Valores e vacina do Covid-19: Qual a relação entre eles? (Imagem: Reprodução - Google)
Bolsa de Valores e vacina do Covid-19: Qual a relação entre eles? (Imagem: Reprodução – Google)

Desde o início de sua proliferação, o novo coronavírus vem paralisando a economia de diversos países. Por se tratar de uma doença que determina a necessidade do isolamento social, os setores mercadológicos nos mais variados grupos precisaram fechar suas portas. 

Viagens, indústrias, setor de alimentos, engenharia, turismo, entre tantos outros, começaram a ser fortemente afetados, fazendo com que muitas marcas decretassem falência.

Mediante ao cenário de calamidade pública, os investidores começaram a retirar ou minimizar o número de suas ações tendo em vista que os títulos estavam perdendo suas rentabilidades.  

Vacina como alternativa para a Bolsa de Valores 

Dessa forma, o mercado financeiro começou a enxergar como alternativa de recuperação a vacina que daria fim a pandemia. Uma vez em que o medicamento inicie a comercialização, as ações na área farmacêutica começarão a subir.  

Além disso, estando em circulação nas grandes potências, os governos poderão dar início a um processo mais efetivo de recuperação econômica, tendo em vista a diminuição do contágio.

Em resumo, para que o mercado de ações volte a atuar positivamente, os investidores precisam sentir que suas aplicações não estão sob risco de falência.  

Se os testes em andamento forem comprovados, um novo cenário de otimismo surgirá para que haja um retorno da normalidade em todas as vertentes econômicas.

No entanto, caso fracasse, é provável que os ativos fiquem ainda mais desvalorizados até que um novo medicamento entre em circulação.  

Atualmente, quem está na frente das pesquisas é a empresa Moderna. Seu estudo encontra-se na terceira fase e vem sendo testado em 45 pacientes que demonstraram a presença de anticorpos em níveis neutralizantes contra o covid-19.  

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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