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Nova modalidade de liberação do FGTS começará a ser paga em junho. Na última semana, o governo federal anunciou que, a partir do dia 15 de junho, os cidadãos terão acesso a saques em seus fundos de garantia. De acordo com a Medida Provisória (MP) 946/2020, publicada em abril pelo Ministério da Economia, os registrados no programa poderão retirar até R$ 1.045. Apesar do cronograma oficial ainda não ter sido publicado, o poder público informou que os segurados terão direito de usufruir do benefício até o dia 31 de dezembro 

Nova liberação do FGTS: quanto vou conseguir receber com o novo saque? (Imagem: Reprodução - Google)
Nova liberação do FGTS: quanto vou conseguir receber com o novo saque? (Imagem: Reprodução – Google)
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Quem repassará o pagamento será a Caixa Econômica Federal, que deverá contemplar cerca de 30,7 milhões de pessoas. De acordo com o ministério da economia, o investimento em média 36,2 bilhões, tendo em vista que cada cidadão terá acesso a uma quantia máxima de R$ 1.045.  

Direito e consulta à liberação do FGTS

O saque emergencial será permitido para todos aqueles que estejam registrados no fundo de garantia e apresentem contas ativas ou inativas (com saldos presentes). Para poder saber se está enquadrado nas regras ou não, o trabalhador pode consultar seu saldo apenas acessando o aplicativo do FGTS ou então pelo site da Caixa 

A verificação pode ser feita por meio do número do NIS. Basta acessar as plataformas, repassar os dígitos do documento e acessar a área pessoal do usuário. No portal e no app, há todas as contas que estão ativas e inativas e também o valor presente em cada uma delas. Tendo esse registro, o trabalhador poderá sacar seus R$ 1.045 sem demais entraves.  

Formas de pagamento  

Os interessados deverão sacar os valores nas unidades da Caixa Econômica Federal. Quem desejar, poderá também fazer transferências diretas para as próprias contas bancárias, mesmo que estas não estejam vinculadas a Caixa. Nesse caso, a solicitação deve ser feita por aplicativo e o usuário deverá informar o número de sua agência.  

É válido ressaltar que a retirada não é obrigatória e quem não desejar poderá manter a quantia em seus fundos conforme for de interesse. O valor devolvido voltará ao FGTS e continuará como saldo da conta no qual se refere.  

COMENTÁRIOS

Maria Eduarda Andrade, mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguagens. No mercado de trabalho, já passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de ter assessorado marcas nacionais como a Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.

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