Ministério da Economia responde que NÃO para prorrogação do auxílio de R$600

O benefício do auxílio de R$600 liberado para trabalhadores informais do país que se enquadrem nos critérios de recebimento, ainda não tem o calendário da segunda parcela divulgado, mesmo assim diversas medidas estão sendo propostas.

Ministério da Economia responde que NÃO para prorrogação do auxílio de R$600
Ministério da Economia responde que NÃO para prorrogação do auxílio de R$600 (Imagem: Montagem/ FDR)
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Entre elas, a possível prorrogação do recebimento dos R$ 600. O boato começou a surgir pontuando que o governo iria realizar o pagamento por mais meses, sendo implementado de forma contínua, mas a informação é falsa.

Nesta terça-feira (12), o Ministério da Economia veio em público destacar através de nota que nega esta informação de que não será pago e também detalha que o benefício não será continuo.

“As despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 e nem a trajetória sustentável da dívida pública”, diz a nota

Ainda de acordo com o órgão, o benefício será repassado apenas durante a pandemia provocada pelo coronavírus e, por sua vez, devem ser restritas apenas ao ano de 2020. A informação que seria prorrogado foi dita durante uma live.

O secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, na última segunda-feira (11) destacou durante transmissão ao vivo que algumas medidas e atitudes tomadas pelo governo federal durante a crise teriam “vindo para ficar“.

Ainda durante o comunicado, a pasta destacou que irá avaliar a efetividade dos programas e transferência no repasse a fim de realizar melhorias nas propostas. Além disto, foi pontuado que o principal objetivo do governo é de preservar vidas e a atividade econômica.

Auxílio de R$600

O auxílio emergencial será repassado em três parcelas durante a pandemia do novo coronavírus. De acordo com o governo, ainda há 17 milhões de pessoas que esperam o benefício ser aprovado.

O calendário de recebimentos foi suspenso, sendo que a segunda parcela ainda não tem data para ser paga. Governo decidiu esperar para que todos os brasileiros com problemas resolvam as suas questões antes de receber a nova parcela.

Ainda foi observada outras ações como a inclusão repentina de diversas pessoas que não estava cadastradas, ou seja, eles acabaram obtendo um número maior de solicitações do que esperado.

O governo teve até que pedir à Casa da Moeda para imprimir cédulas, com objetivo de fazer o pagamento. Ainda de acordo com a pasta, benefício está mantido.

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