Dólar: nesta 2°-feira moeda volta a subir depois de trégua

A moeda considerada a mais importante do mundo, o dólar, no qual é apresentado como cenário de movimentação de mercado economia mundial, tem apresentado índices altos nas últimas semanas. Números causam preocupação a nível mundial.

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Dólar: nesta 2°-feira moeda volta a sofrer depois de trégua (Montagem/FDR)
Dólar: nesta 2°-feira moeda volta a subir depois de trégua (Imagem: Montagem/FDR)
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Motivado pela crise pandêmica do novo coronavírus, as ações envolvendo as previsões de mercado a nível mundial e relações entre compra nas bolsas tem afetado os preço no qual a moeda é comercializada aqui no Brasil.

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No último dia 26, o dólar fechou em baixa começou a apresentar baixos índices e começou a cair, logo depois de oito semanas acima de R$ 5. Esta movimentação foi provocada com o terceiro pregão consecutivo quando a Bolsa brasileira operou em alta.

Já nesta segunda-feira (13), a moeda voltou a operar em alta. Depois da retomada dos negócios no setor financeiro, e após o feriado de Páscoa, a preocupação mundial sobre as consequências econômicas da pandemia de coronavírus ao redor do mundo tiveram mais uma vez reflexo no valor do dólar.

Desta forma, às 14h43 a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,1868, uma alta que representa 1,85%. Na máxima do dia até chegou a R$ 5,2083. A instabilidade é normal durante o dia, previsões ainda não foram estipuladas para o quanto a moeda irá fechar hoje (14).

Na quinta-feira, o dólar fechou em queda pelo quarto dia seguido, ficando abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez desde 26 de março, seguindo assim a tendência já mencionada. Mas com recuo de 0,95% a moeda encerrou o dia vendida a R$ 5,0926. Por fim, na semana, a moeda acumulou queda de 4,41%. No ano, no entanto, a valorização acumulada ainda é de 27%.

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A movimentação de mercado atualmente é de realizar e implementar ações para enfrentar a crise em todo mundo. A exemplo da China que logo no início já estava se preocupando e tem mostrado que é possível contornar a pandemia.

No Brasil, a situação mostra que a tendência é ter um cenário menos conturbado já que empresas, a exemplo das áreas de turismo, já têm apresentado um espaço para recuperar as perdas observadas no início da crise.