Itaú adere às novas regras do governo e prorrogada 140 mil contratos

Mediante a pandemia do novo coronavírus várias empresas estão adotando medidas para tentar auxiliar neste momento de crise em que a economia é uma das maiores afetadas. Observando este cenário, o banco Itaú aderiu novas regras do governo.

Itaú adere às novas regras do governo e prorrogada 140 mil contratos (Reprodução/Internet)
Itaú adere às novas regras do governo e prorrogada 140 mil contratos (Reprodução/Internet)

Foram prorrogados mais de 140 mil contratos de crédito destinado para pessoas físicas e jurídicas dentro do banco. Este número é observado desde o anúncio da medida da pandemia do coronavírus com isolamento social.

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De acordo com o governo federal, são mais de 10 mil solicitações diárias. No qual é atingido por diferentes linhas que fazem parte da ação definida pela instituição, elas são o capital de giro, empréstimo pessoal, crédito imobiliário e financiamento de veículos.

Em nota enviada à imprensa, o Itaú Unibanco detalha que com implementação desta ação as operações em dia podem prorrogar a próxima parcela de empréstimos já abertos por 60 dias, mesmo assim, mantendo a mesma taxa contratada inicialmente.

Já aqueles clientes que estão inadimplentes ou que desejam fazer a contratação de um novo empréstimo não são elegíveis a este benefício. Além deste público, ainda observa-se aqueles que tenham contratado outras linhas de crédito, como o exemplo do cheque especial.

Ainda de acordo com o Itaú, esta ação foi tomada como uma medida emergencial. Segundo eles, o objetivo é oferecer flexibilidade no pagamento de dívidas nesse momento desafiador da economia.

Para o diretor de Produtos PF do Itaú Unibanco, Flavio Iglesias, a medida foi implementada há menos de um mês e o banco espera que mais pessoas possam aderir à oferta. Desta forma, abrangendo mais clientes com a nova solução.

Além da prorrogação de dívidas, o Itaú aderiu ao fundo emergencial para o financiamento da folha de pagamentos das pequenas e médias empresas pelos próximos dois meses.

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Esta faz parte de um série de medidas que estão sendo desenvolvidas pelo setor público e privado. O governo federal está pontuando a aprovação de outras medidas, como o exemplo do coronavoucher.

Já por parte do setor privado, bancos e instituições financeiras estão oferecendo benefícios ligados a redução de juros e postegando o pagamento de boletos ou, em alguns casos, o parcelamento de faturas com maior número de prestações.

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