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Neste domingo (22), o governo anunciou que irá suspender os postos de pesagens de cargas nas rodovias federais. Essa medida foi tomada pelo Ministério da Infraestrutura como forma de evitar retenções e pontos de contato entre os profissionais de transporte de carga, a exemplo dos caminhoneiros.

Pesagens de cargas nas rodovias ficam suspensas em novo decreto
Pesagens de cargas nas rodovias ficam suspensas em novo decreto (Imagem: Blog Caminhoneiro)
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De acordo com a pasta, a nova regra das pesagens de cargas vale para as estradas que são administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e vias de concessionárias privadas. A ABCR, uma entidade que representa as concessionárias, já foi comunicada da decisão.

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As medidas de orientação e de triagem serão em pontos estratégicos dos corredores logísticos do país. As ações estão sendo estudadas com entidades que representam os profissionais do setor.

O Ministério da Infraestrutura também informou que ainda está articulando com os governadores mudanças em decretos estaduais para garantir que serviços essenciais ao caminhoneiros, como borracharias, oficinas e locais de alimentação nas estradas, continuem a funcionar apesar das medidas restritivas. 

Os estados do Espírito Santo, Alagoas e Maranhão já editaram novos decretos, com base em uma decisão do Conselho Nacional de Secretários de Transportes.

Além dessa medida, o governo já tomou outras para conter os impactos do coronavírus. Uma delas é a antecipação do pagamento do 13° salário para aposentados e pensionistas do INSS, suspensão por 120 dias da prova de vida e de perícia médica para os beneficiários do órgão. 

Foram tomadas medidas para as empresas aéreas, como um período maior para a devolução do reembolso das passagens para os clientes.

Foram adiadas a aprovação dos contratos aeroportuários, sendo assim, eles podem ser quitados até dezembro pelas concessionárias sem cobrança de multa. 

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Além disso, o governo avalia a permissão de suspender temporariamente os contratos de trabalho dos segmentos mais atingidos pela crise causada pela pandemia como bares, restaurantes e cinemas.

Essa suspensão poderia valer por três ou quatro meses, período em que os trabalhadores receberiam um pagamento equivalente ao seguro-desemprego, para evitar demissões em massa.

Os trabalhadores informais também devem ganhar um incentivo, por meio de um voucher de R$200 pago por três meses para quem ganha até dois salários mínimos e não tem registro em carteira.

Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas, formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes, atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Atualmente, é redatora do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular e finanças.