Para tentar barrar a propagação do coronavírus no país, governo federal está modificando diversos procedimentos para garantir que não haja problemas estruturais com a super contaminação pelo vírus. Pensando nisso, entre as ações, fronteiras do Brasil podem ser fechadas.

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Fronteiras do Brasil podem ser fechadas e voos alterados (Arte/FDR)
Fronteiras do Brasil podem ser fechadas e voos alterados (Arte/FDR)
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Além disto, os voos nacionais e internacionais podem ter suas atividades alteradas. Esta faz parte de uma série de ações que foram divulgadas nesta segunda-feira (16) logo depois de reunião realizada pelo Ministério da Defesa.

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Destaca-se que uma das maiores preocupações sobre o fechamento das fronteiras do Brasil é sobre a Venezuela, no qual possui um sistema de saúde precário. Com isto, faria com que pessoas que morem perto da fronteira viessem a buscar atendimento médico no país.

As ações são feitas para desafogar o sistema de saúde brasileiro que já não suportaria uma possível pandemia em larga escala. Vale ressaltar que o número de casos na Venezuela esteja subnotificado, ou seja, sem atualizações constantes.

O mesmo acontece com o Irã, que oficialmente tem apenas 15 mil casos. Ambos os países adotam processos de compartilhamento de informações fechados, graças ao seu regime de governo que provoca um compartilhamento de informações pouco transparente em comparação a demais países no mundo.

Além destes pontos, ainda foram discutidas questões ligadas a chegada de aviões de outros países com passageiros estrangeiros. Esta tem sido uma das grandes preocupações, visto que o número de casos confirmados no país são oriundos principalmente da Itália – país que enfrenta problemas de grande escala atualmente.

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Regras foram definidas também para o funcionamento de espaços públicos ligados à Esplanada dos Ministérios e para a circulação de pessoas nos gabinetes do governo. Com isto, votação em casas de Brasília adotaram regime especial que provoca apenas discussão sobre pontos importantes e acesso está restrito apenas trabalhadores e parlamentares.

Vale destacar que, segundo o EXAME, participaram da reunião o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o general Augusto Heleno, o ministro Sergio Moro, o ministro da Saúde, Luiz Mandetta, e o ministro da Casa Civil, Braga Neto.

Ainda participaram da ação, o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Veleixo, e Antonio Barra Torres, diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).