Os amantes de pets sabem que as viagens com os amigos de quatro patas sempre exigem planejamento. Nos últimos anos, documentos e vacinas tornaram-se parte fundamental da preparação. Contudo, a partir de 2026, um desafio adicional pegou muitos tutores de surpresa: uma nova regra tornou-se obrigatória, mudando completamente o cenário das viagens internacionais com cães e gatos.
A partir de agora, a emissão de um documento específico para cães e gatos é obrigatória para todos os donos. Esta medida, anunciada recentemente, visa garantir a segurança e a padronização da documentação sanitária dos pets. Implementada de maneira rigorosa pela União Europeia a partir de abril de 2026, as mudanças afetam não apenas residentes europeus, mas também cidadãos de fora do continente, incluindo muitos brasileiros.
Como a Nova Regra Impacta os Tutores?
A principal mudança é a exigência do microchip para todos os animais que desejam entrar na União Europeia. O microchip, de padrão ISO, é pré-requisito antes mesmo da aplicação da vacina antirrábica. Esta vacina, por sua vez, só será válida se aplicada após a inserção do identificador eletrônico. Além disso, os tutores devem provar, em viagens não comerciais, que estão acompanhados dos seus pets ou que chegarão ao destino logo antes ou depois dos mesmos.
Viagens Internacionais com Pets: O Que Você Precisa Saber?
Para evitar transtornos nos aeroportos, além do microchip, o CVI (Certificado Veterinário Internacional) é imprescindível. Emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, este documento deve ser providenciado até 10 dias antes do embarque. Outro aspecto crucial é a sorologia para raiva, exigida por diversos países, que comprova que o animal está imunizado. Este exame precisa ser realizado em laboratórios credenciados, com a coleta de sangue sendo feita ao menos três meses antes da viagem.
É importante ressaltar que o bem-estar dos animais continua a ser prioridade no Brasil, com mudanças como a Lei Joca, que permite animais de até 50 kg em cabine aérea. No entanto, as penalidades para maus-tratos estão mais severas, reforçando a responsabilidade dos donos.
Com todas essas modificações, os tutores devem estar atentos e bem informados para que as viagens com seus pets corram sem imprevistos. As atualizações nas normativas exigem dedicação e planejamento, mas garantem não apenas a segurança dos animais, como também o cumprimento das exigências internacionais.
Enquanto mais países adotam medidas similares, estar adequado às atualizações regulatórias se torna essencial para viagens tranquilas. A atenção aos novos requisitos garante que as experiências com os pets, sejam elas dentro ou fora do país, continuem seguras e agradáveis.






