O reajuste dos benefícios do INSS entrou em vigor em 2026 e trouxe mudanças importantes para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios.
A atualização acompanha o novo salário mínimo e a inflação do período, impactando diretamente milhões de brasileiros que dependem da Previdência Social.
A seguir, entenda o que mudou, quem recebe mais e como os novos valores afetam o orçamento mensal.
Qual é o novo valor do INSS em 2026?
Com a atualização do salário mínimo, o piso do INSS passou a ser de R$ 1.621, valor válido para aposentadorias, pensões e auxílios atrelados ao mínimo nacional.
Esse reajuste representa um aumento de 6,79% em relação a 2025, aplicado automaticamente. Ou seja, o beneficiário não precisa solicitar a correção junto ao INSS.
Além disso, o novo valor começou a valer oficialmente em 1º de janeiro de 2026, com pagamento conforme o calendário previdenciário.
Quem recebe acima do salário mínimo também teve aumento?
Sim, porém de forma diferente.
Benefícios com valor superior ao salário mínimo não seguem o reajuste do piso. Nesse caso, a correção é feita com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado ao longo de 2025.
Em 2026, o índice ficou em torno de 4% a 5%, o que significa um aumento menor em comparação ao piso previdenciário. Ainda assim, a medida ajuda a preservar o poder de compra dos segurados.
Quais benefícios do INSS são impactados pelo reajuste?
O reajuste atinge praticamente todos os pagamentos administrados pelo INSS. Entre eles:
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Aposentadorias por idade, invalidez e tempo de contribuição
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Pensões por morte
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Auxílio-doença
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Salário-maternidade
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Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS)
Além disso, o aumento do valor do benefício também influencia o limite do crédito consignado, ampliando a margem disponível para empréstimos.
Quando o novo valor começa a ser pago?
Os pagamentos com reajuste ocorrem de forma escalonada:
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Quem recebe até um salário mínimo: fim de janeiro de 2026
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Quem recebe acima do mínimo: início de fevereiro, conforme o calendário oficial
A data exata depende do número final do benefício, sem considerar o dígito verificador.
O que muda na prática para os beneficiários?
Na prática, o reajuste garante mais previsibilidade financeira, especialmente para quem recebe o piso do INSS. Para esses segurados, o aumento ajuda a compensar gastos com alimentação, saúde e contas básicas.
Já para quem recebe valores maiores, o reajuste inflacionário mantém o equilíbrio do orçamento, mesmo sem ganho real expressivo.





