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Quem não fizer isso poderá enfrentar dificuldades na liberação do benefício do INSS

Por Juliano Machado
14/07/2026
Imagem: Reprodução / agenciabrasil

Imagem: Reprodução / agenciabrasil

Começar um novo processo junto ao INSS pode ser uma jornada desafiadora para muitos brasileiros. Desde entender os requisitos até a longa espera por uma resposta, são vários os obstáculos. Contudo, uma mudança recente promete complicar essa jornada: o uso obrigatório da biometria. Com a nova regra em vigor a partir de novembro de 2025, a validação biométrica tornou-se um passo crucial na liberação de pensões e aposentadorias.

Como a biografia se tornou essencial para o INSS?

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estabeleceu que a biometria será fundamental para validar a identidade dos requerentes. Quem não fizer isso poderá enfrentar dificuldades na liberação do benefício do INSS. Isso ocorre porque, caso a biometria não esteja regularizada em um prazo de 30 dias após a notificação, o processo pode ser cancelado. Este sistema busca modernizar e padronizar a identificação dos beneficiários.

Exceções à regra: quem está dispensado?

Apesar da rigidez da nova norma, existem exceções. Não é exigida a biometria de idosos acima de 80 anos, brasileiros que vivem no exterior, pessoas em condição de refúgio e aqueles que são impossibilitados fisicamente por mais de 30 dias. Estes indivíduos devem, no entanto, comprovar suas condições, evitando assim o cancelamento de seus processos.

A biometria facilita ou complica?

De um lado, a biometria visa simplificar o processo de identificação, cruzando automaticamente as informações já existentes em bancos de dados do governo. Ainda assim, muitos segurados veem a novidade com preocupação, especialmente aqueles que não possuem acesso fácil a meios de registro biométrico. A centralização dessa tecnologia busca coibir fraudes, mas também impõe um desafio adicional para muitos brasileiros.

Com a implementação completa do sistema, esperada para janeiro de 2027, o INSS promete que o uso de dados biométricos tornará mais ágil e seguro o processo de concessão de benefícios. Resta observar como essas mudanças impactarão o dia a dia dos requerentes, exigindo atenção redobrada aos prazos para a digitalização dos serviços.

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Juliano Machado

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