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Novo vírus no WhatsApp se espalha sozinho e ameaça contas bancárias de brasileiros

Por Moysés Batista
12/01/2026
Tela de um celular explodindo código binário com novo vírus no WhatsApp

Milhões de usuários do WhatsApp no Brasil estão sob risco por causa do vírus Astaroth, também conhecido como Guildma.

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O trojan bancário voltou a se espalhar com força no fim de 2025 e início de 2026, usando mensagens automáticas enviadas para contatos da própria vítima.

O malware é especializado em roubo de dados financeiros e já é considerado um dos mais perigosos do país.

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Um dos pontos de maior atenção é o fato dele atuar de forma silenciosa, o que dificulta a identificação imediata da infecção.

O que é o vírus Astaroth e por que ele voltou a circular no WhatsApp com foco no Brasil?

O Astaroth é um trojan bancário ativo desde 2015, criado especificamente para atacar usuários brasileiros. No entanto, nos últimos meses, ele ganhou novas versões mais sofisticadas.

Essas atualizações permitiram que o vírus explorasse o WhatsApp como principal canal de propagação. Dessa forma, o ataque se espalha com rapidez, explorando a confiança entre contatos próximos.

Relatórios de segurança publicados em outubro de 2025 indicam que o Brasil concentra a maioria das infecções, embora casos isolados também tenham sido registrados nos Estados Unidos e na Áustria.

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Como o vírus se espalha pelo WhatsApp?

Após infectar um computador, o Astaroth captura automaticamente a lista de contatos do WhatsApp da vítima.

Em seguida, ele envia mensagens contendo arquivos maliciosos, geralmente em formato .zip. Quando o arquivo é aberto em um computador com Windows, scripts ocultos em Python e PowerShell são ativados.

A partir disso, o malware se instala no sistema sem levantar suspeitas.

Outros vírus recentes, como o Maverick, utilizam técnicas semelhantes, o que mostra uma tendência crescente nesse tipo de ataque.

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O que o Astaroth faz depois de infectar o dispositivo?

Inicialmente, o vírus permanece inativo.

Porém, quando o usuário acessa o site ou aplicativo de um banco, o malware entra em ação. Ele passa a monitorar o teclado, capturar senhas, copiar dados de cartões e até interceptar códigos de autenticação.

Com essas informações, criminosos conseguem acessar contas, realizar transferências via Pix e contratar serviços financeiros em nome da vítima.

Como se proteger do vírus Astaroth no WhatsApp?

Algumas medidas simples reduzem bastante o risco:

  • Não abrir arquivos .zip recebidos por WhatsApp, mesmo de conhecidos.

  • Desativar o download automático de mídias no aplicativo.

  • Manter Windows, navegador e antivírus sempre atualizados.

  • Evitar clicar em links encurtados ou mensagens com tom urgente.

  • Empresas devem treinar funcionários sobre golpes digitais.

Bancos e a própria Meta já monitoram o vírus no WhatsApp, mas os ataques continuam acontecendo. Portanto, a prevenção individual segue sendo a principal defesa.

Manter atenção constante e adotar hábitos digitais seguros é fundamental para evitar prejuízos financeiros em 2026.

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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