A Petrobras anunciou uma nova redução no preço da gasolina A vendida às distribuidoras em janeiro de 2026. Desse modo, a queda acumulada desde o fim de 2022 chega a R$ 0,50 por litro.
A medida afeta o valor cobrado nas refinarias e reforça a tendência de recuo gradual dos combustíveis no país. No entanto, o impacto direto nos postos depende de outros fatores da cadeia.
Quanto a gasolina caiu em 2026?
A estatal aplicou um corte de 5,2% no preço da gasolina A para as distribuidoras. Na prática, entretanto, isso representa:
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Redução de R$ 0,14 por litro
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Novo preço médio: R$ 2,57 por litro nas refinarias
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Vigência a partir de 27 de janeiro de 2026
Esse foi o primeiro ajuste do ano para a gasolina.
Portanto, o valor cobrado pela Petrobras ficou menor logo no início de 2026, o que tende a aliviar parte dos custos do setor de distribuição.
Por que a queda acumulada chegou a R$ 0,50?
Desde dezembro de 2022, a Petrobras vem promovendo reduções periódicas no preço da gasolina A.
Somadas, essas quedas resultam em:
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R$ 0,50 por litro de redução nominal acumulada
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26,9% de queda real, quando considerada a inflação do período
Ou seja, mesmo com oscilações ao longo dos anos, o combustível vendido às distribuidoras ficou consideravelmente mais barato em termos reais.
Esse movimento, entretanto, acompanha a política de preços adotada pela empresa, que considera custos internos e condições do mercado.
O que aconteceu com o diesel?
No mesmo anúncio, a Petrobras informou que não alterou o preço do diesel em janeiro de 2026. De todo modo, o combustível também acumula recuo relevante:
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36,3% de queda real desde dezembro de 2022, considerando a inflação
Assim, a trajetória de redução não se limita apenas à gasolina, embora os ajustes ocorram em momentos diferentes.
Por que o preço no posto pode não cair na mesma proporção?
A gasolina A representa apenas uma parte do valor pago pelo motorista. Isso porque, depois de sair da refinaria, o combustível recebe:
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Mistura obrigatória com etanol
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Tributos federais e estaduais
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Custos logísticos
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Margens de distribuição e revenda
Por esse motivo, o preço final depende da política comercial de distribuidoras e postos.
Em regiões com maior concorrência, por exemplo, o repasse tende a ocorrer mais rapidamente. Em outras, o ajuste pode ser parcial ou demorar algumas semanas.
O que esperar nos próximos meses?
Se a política atual continuar, novos ajustes podem ocorrer ao longo de 2026.
Enquanto isso, o consumidor já conta com um cenário mais favorável do que o observado anos atrás, sobretudo quando se analisa o comportamento dos preços desde 2022.
Ainda assim, acompanhar os valores nos postos continua essencial para identificar quando a redução chegará, de fato, ao bolso.






