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Cidades turísticas começam a taxar visitantes: outras devem aderir em breve

Por Moysés Batista
03/12/2025
Uma cidade que cobra a taxa de turismo

Imagem: Geração/FDR

Viajar para cidades turísticas no Brasil pode ficar mais caro em breve. Afinal, diversas cidades já começaram a cobrar taxas de visitação.

Ao mesmo tempo,  outras estudam adotar o mesmo modelo, sobretudo, em locais com excesso de turistas e pressão ambiental.

A medida, entretanto, surge com o fim de controlar o fluxo, custear serviços públicos e preservar áreas naturais.

Nos últimos meses, a prática ganhou força em destinos de praia, vilas históricas e áreas de conservação ambiental, levantando assim, debate entre moradores, comerciantes e turistas.

Quais cidades turísticas já cobram taxa de visitação?

Atualmente, o Brasil já possui diversos destinos que adotaram algum tipo de cobrança para visitantes. Os modelos variam entre taxa por pessoa, por veículo ou por estadia.

Entre as cidades turísticas que já aplicam ou regulamentaram cobranças estão:

  • Fernando de Noronha (PE) – taxa diária por visitante.

  • Bombinhas (SC) – cobrança ambiental para veículos não registrados na cidade.

  • Jericoacoara (CE) – taxa de turismo sustentável.

  • Morro de São Paulo (BA) – taxa municipal por visitante.

  • Alto Paraíso e Chapada dos Veadeiros (GO) – taxa ambiental vinculada ao parque.

  • Guarapari (ES) – cobrança recentemente aprovada para ônibus e vans de turismo.

Em alguns casos, o valor é baixo, porém recorrente, o que aumenta o custo da viagem quando somado a transporte, hospedagem e alimentação.

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Por que as cidades estão cobrando?

O principal argumento das prefeituras é o impacto do turismo excessivo. Em períodos de alta temporada, o número de visitantes supera a capacidade de saneamento, trânsito, atendimento médico e coleta de lixo.

A cobrança serve para:

  • Financiar limpeza urbana e manutenção;

  • Preservar praias, trilhas e áreas naturais;

  • Controlar a circulação de veículos pesados;

  • Reduzir superlotação em pontos turísticos;

  • Melhorar a infraestrutura pública.

Além disso, muitas cidades relatam que moradores permanentes acabam arcando com os custos da superlotação sem receber benefícios diretos.

Outras cidades devem aderir?

Sim. A tendência é de expansão do modelo. Municípios com turismo intenso já analisam projetos semelhantes, principalmente em regiões litorâneas e destinos ecológicos.

Segundo especialistas em turismo sustentável, a taxa deve se tornar cada vez mais comum no Brasil, seguindo o exemplo de países europeus, onde turistas pagam taxas de hospedagem e conservação há décadas.

Cidades que recebem grandes eventos, cruzeiros ou excursões em massa estão entre as mais propensas a adotar a medida nos próximos anos.

Uma cidade que cobra a taxa de turismo
Cidades turísticas começam a taxar visitantes ─ Imagem: Geração/FDR

O turista deve se preocupar?

A recomendação é sempre consultar o site da prefeitura ou da secretaria de turismo antes da viagem. Muitas taxas são cobradas online ou na entrada da cidade.

O ideal é incluir esse custo no planejamento da viagem e verificar se há isenção para moradores, estudantes ou crianças.

A taxa turística já não é mais exceção e caminha para se tornar regra em destinos populares.

Para as cidades, representa receita e proteção ambiental. Contudo, para o turista, exige mais planejamento e atenção, mas também promete destinos mais organizados, limpos e preservados.

Moysés Batista

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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