Famílias de Juiz de Fora e Ubá que tiveram o Auxílio Reconstrução negado podem apresentar recurso para tentar receber a parcela única de R$ 7.300.
Apesar de o título indicar abertura hoje, 14 de setembro, o calendário oficial informa que o recurso está disponível desde 8 de setembro e segue aberto até 7 de novembro de 2026.
Recurso é para famílias que tiveram o pedido negado
A etapa de contestação foi criada para moradores que tiveram a solicitação indeferida, mas entendem que atendem aos requisitos legais do benefício.
O Auxílio Reconstrução é destinado a famílias que viviam em áreas efetivamente atingidas por inundações, enxurradas ou deslizamentos ocorridos em fevereiro de 2026 nas duas cidades mineiras.
Além de residir na área atingida, a família precisa ter sofrido dano material ou perda de bens.
O benefício foi instituído pela Medida Provisória nº 1.338, de 6 de março de 2026, e prevê apenas um pagamento por família elegível.
Documentos do recurso devem ser entregues à prefeitura
O recurso administrativo não é protocolado diretamente em uma agência da Caixa.
A orientação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional é apresentar a contestação e os documentos comprobatórios à prefeitura.
A documentação deve demonstrar por que a família considera que cumpre os critérios.
Depois, os dados podem ser atualizados e reenviados para análise no sistema federal.
Esse recurso não reabre o período para novos cadastros.
O prazo de novas solicitações municipais foi encerrado anteriormente.
A fase atual serve para revisar pedidos já analisados que ficaram com pendência ou foram reprovados.
Assim, quem nunca teve cadastro enviado pela prefeitura não deve confundir a contestação com uma nova inscrição no Auxílio Reconstrução.
Também é importante conferir os horários locais de atendimento da prefeitura.
Prazo termina em 7 de novembro
Quem está na situação de pendência ou reprovação deve observar o limite de 7 de novembro.
O prazo vale para a apresentação do recurso administrativo referente ao auxílio em Juiz de Fora e Ubá.
Em julho, o governo federal informou que havia 8.221 requerimentos aprovados e 10.144 reprovados nas duas cidades.
Os números mostram a dimensão do público que poderia precisar de revisão, embora a quantidade atual de recursos não tenha sido detalhada no comunicado mais recente.
Pagamento é feito pela Caixa após a habilitação
Depois da aprovação e da confirmação dos dados, o pagamento de R$ 7.300 é feito pela Caixa Econômica Federal, preferencialmente por conta poupança social digital.
O governo informa que não é necessário ir a uma agência bancária para liberar o valor e que o auxílio não sofre desconto para compensar dívidas anteriores.
Em caso de dificuldade com a conta gov.br, há atendimento específico no portal para quem precisa concluir a validação.
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