Os consumidores residenciais atendidos pela Equatorial Maranhão terão reajuste de 5,20% na tarifa de energia a partir de sexta-feira (28).
A distribuidora atende cerca de 2,88 milhões de unidades consumidoras no estado.
O reajuste tarifário anual foi aprovado pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
O percentual de 5,20% vale para a classe residencial B1, enquanto outras categorias terão índices diferentes.
Quanto a tarifa vai subir no Maranhão?
Para os consumidores residenciais B1, o aumento aprovado é de 5,20%.
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Na baixa tensão, o reajuste médio ficou em 5,25%, enquanto os clientes atendidos em alta tensão terão aumento médio maior.
- Residencial B1: 5,20%;
- Baixa tensão, em média: 5,25%;
- Alta tensão, em média: 8,68%;
- Efeito médio para o consumidor: 5,76%.
Os números mostram que o aumento não será exatamente igual para todos os clientes.
A classe tarifária da unidade e o nível de tensão usado no fornecimento influenciam o percentual aplicado.
Por que a energia ficou mais cara?
Segundo a ANEEL, os novos índices foram impactados pelos custos de aquisição e transporte de energia, além dos encargos setoriais incluídos no cálculo tarifário.
Este também é o primeiro processo tarifário da distribuidora após a renovação do contrato de concessão.
Entre as mudanças consideradas no cálculo está a atualização da chamada Parcela B, que passou por transição do IGP-M para o IPCA após o novo aditivo contratual.
Quem será afetado pelo reajuste?
A mudança alcança a área de concessão da Equatorial Maranhão, responsável pelo atendimento de aproximadamente 2,88 milhões de unidades consumidoras.
O novo conjunto de tarifas passa a valer em 28 de agosto.
Clientes residenciais entram na classe B1.
Outros consumidores de baixa tensão, além de empresas e unidades atendidas em alta tensão, seguem os índices específicos definidos para cada grupo.
O aumento de 5,2% será igual na conta de todos?
O índice de 5,20% corresponde à tarifa residencial B1, mas o valor final pago em reais depende do consumo de cada imóvel e dos demais componentes da fatura.
A conta também pode incluir impostos, contribuição de iluminação pública e bandeira tarifária, quando aplicável.
Por isso, dois consumidores residenciais com níveis de consumo diferentes não terão o mesmo aumento em reais, mesmo pertencendo à mesma classe.
Como as novas tarifas começam em 28 de agosto, as faturas seguintes passam a incorporar os valores conforme o ciclo de leitura e faturamento de cada unidade consumidora.
Uma forma de avaliar o efeito no orçamento é observar o consumo em kWh, e não apenas o total em reais da conta.
Se o consumo aumentar no mesmo período, parte da diferença da fatura poderá estar ligada ao uso maior de energia, além do reajuste tarifário.
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