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Brasileiros recebem aviso do governo sobre documento que perderá a validade

Brasileiros recebem aviso do governo sobre documento que perderá a validade

Governo federal alerta para documento que perderá validade até 2032 (Imagem: Jeane de Oliveira / FDR)

Fique atento ao prazo: o governo federal alerta que um documento de identificação muito utilizado pelos brasileiros deixará de ser aceito nacionalmente em 1º de março de 2032.

A mudança se refere à substituição gradual do antigo Registro Geral (RG) pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).

A partir da data estipulada, o modelo antigo do RG não será mais aceito em todo o território nacional.

Até lá, os cidadãos podem continuar utilizando o documento atual normalmente, desde que esteja em bom estado e permita a identificação clara do titular. 

A transição foi planejada para ser gradual, visando evitar congestionamentos nos órgãos emissores.

A principal inovação da CIN é a adoção do CPF como número único de identificação, unificando os registros que antes eram emitidos por cada estado. Essa padronização visa reduzir fraudes e simplificar o acesso a serviços públicos.

LEIA TAMBÉM: Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) em 2026: como emitir, documentos e prazos

A nova Carteira de Identidade Nacional conta com recursos avançados de segurança, como QR Code, zona de leitura mecânica (MRZ) e integração biométrica. Uma versão digital também está disponível no aplicativo Gov.br.

Até o momento, mais de 50 milhões de brasileiros já emitiram a CIN, garantindo acesso facilitado a serviços digitais e, em alguns casos, dispensando a prova de vida presencial para aposentados e pensionistas através da biometria.

A primeira via da CIN em papel é gratuita. Para solicitar, é necessário agendar o atendimento no órgão de identificação do seu estado e apresentar a documentação necessária, como certidão de nascimento ou casamento.

A CNH continua válida e as regras para viagens permanecem inalteradas.

O RG antigo será aceito até 2032, e a CIN, CNH e passaporte são aceitos em voos domésticos. Para viagens ao Mercosul, o documento de identidade físico brasileiro é suficiente.

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