A Apple anunciou um reajuste significativo nos preços de seus modelos de MacBook e iPad, com aumentos que chegam a 25%.
A medida, que já entrou em vigor, é uma resposta direta à valorização expressiva nos custos de chips de memória e armazenamento, impactando diretamente o bolso dos consumidores brasileiros.
A alta está ligada à pressão na cadeia global de semicondutores, especialmente nos componentes DRAM e NAND.
O aumento se deve, em grande parte, à demanda crescente de data centers e aplicações de inteligência artificial, que têm encarecido os componentes essenciais para a fabricação de dispositivos eletrônicos.
A escassez desses chips tem levado a uma elevação acelerada de preços nos últimos meses, forçando fabricantes como a Apple a repassar parte dos custos adicionais.
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Entre os principais modelos afetados, o MacBook Air básico agora custa US$ 1.299, um acréscimo de US$ 200. Já o MacBook Pro inicial subiu US$ 300, alcançando US$ 1.999.
No segmento de tablets, o iPad Air teve um aumento de US$ 150, e o iPad Pro passou a ser comercializado por US$ 1.199, com um reajuste de US$ 200. Até o momento, o iPhone não sofreu alterações em seus preços.
A estratégia da Apple de negociar grandes volumes de compra, tradicionalmente uma vantagem para reduzir custos, tem sido limitada pelo cenário atual.
A expectativa é que essa pressão sobre os preços de componentes de memória se mantenha nos próximos anos, refletindo a corrida global por infraestrutura de inteligência artificial.
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