O Governo Federal confirmou para 2026 um reajuste no cálculo do seguro-desemprego, elevando o teto máximo de pagamento para R$ 2.518,65.
A atualização, oficializada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, baseia-se na variação de 3,90% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado no ano anterior.
Para os trabalhadores desempregados sem justa causa, o valor mínimo do benefício agora corresponde ao salário mínimo vigente, fixado em R$ 1.621,00.
A nova tabela estabelece que o valor máximo de R$ 2.518,65 será destinado aos profissionais com remuneração média superior a R$ 3.703,99. Valores intermediários serão calculados de forma escalonada.
A regulamentação segue as diretrizes da Lei 7.998 de 1990 e as determinações do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT).
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Para ter acesso ao seguro-desemprego, é necessário comprovar o tempo mínimo de trabalho com carteira assinada. Na primeira solicitação, são exigidos 12 meses de atividade nos últimos 18 meses anteriores à demissão.
Para a segunda, 9 meses no último ano. A partir da terceira solicitação, o vínculo deve cobrir os 6 meses imediatamente anteriores ao desligamento.
O pedido pode ser formalizado digitalmente através do aplicativo ou portal do governo, ou presencialmente nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (SINE) ou nas superintendências regionais do trabalho.
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