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Aumento nos planos de saúde antigos chega a 6,2% e gera alerta

Aumento nos planos de saúde antigos chega a 6,2% e gera alerta

Alerta da ANS: veja o aviso para beneficiários de planos antigos (Imagem: FDR)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) confirmou um alerta importante para beneficiários de planos de saúde mais antigos.

A partir de 2026, alguns contratos individuais firmados antes de 1998 poderão sofrer um reajuste de até 6,2%.

A notícia pegou muitos de surpresa, especialmente aqueles que acreditavam estar imunes a novas variações de preço em seus seguros de saúde.

Os percentuais máximos foram divulgados nesta segunda-feira (29/6) e incidem sobre contratos vinculados a acordos específicos firmados em 2004 entre a ANS e determinadas operadoras.

O reajuste não é generalizado e aplica-se exclusivamente a contratos individuais assinados antes da Lei 9.656/98, que regulamentou o setor de saúde suplementar no Brasil.

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Estes contratos permanecem vinculados aos chamados Termos de Compromisso, firmados para estabelecer critérios claros para os reajustes de planos antigos.

Os índices máximos definidos pela agência são:

É importante notar que as operadoras podem optar por aplicar reajustes inferiores aos tetos estabelecidos.

A ANS justifica os índices como uma forma de garantir tratamento isonômico, previsibilidade e segurança jurídica, mantendo o alinhamento com as regras aplicadas aos planos mais recentes.

Estima-se que cerca de 158,6 mil beneficiários ainda estejam enquadrados nesses contratos antigos. O número tem diminuído gradualmente, visto que esses planos não são mais comercializados há décadas.

Em 2025, os reajustes máximos foram de 7,16% para seguradoras e 6,47% para a Amil.

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