Uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) revelou um esquema de crédito consignado, apelidado de “Juros Zero“, que pode ter lesado servidores públicos do DF.
Benefício será cancelado para quem não cumprir exigência até hoje (30/06) Conheça o país mais seguro do mundo, onde a violência quase não existe Golpistas usam folha de pagamento para cobrar taxas indevidas de trabalhadores Governo confirma prazo final e benefício pode ser bloqueado nesta terça-feira (30)
O golpe teria utilizado um decreto de agosto de 2024, que permite antecipação de salários sem juros, para a cobrança indevida de taxas.
A operação suspeita do envolvimento do Banco de Brasília (BRB) e da plataforma PicPay, com indícios de movimentação de R$ 81 milhões em cobranças sobre folhas de pagamento, configurando uma possível violação de direitos trabalhistas.
Em 19 de junho de 2026, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Brasília, Curitiba e São Paulo.
A ação mirou instituições como o BRB e o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) para apurar o mecanismo das cobranças.
Diversas instituições e ex-gestores públicos estão sob escrutínio. O deputado Gabriel Magno (PT-DF) solicitou ao MPDFT uma análise detalhada dos atos administrativos envolvidos para garantir a transparência e a justiça aos servidores afetados.
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A plataforma PicPay negou irregularidades, mas a apreensão cresce entre os funcionários que aguardam desdobramentos e soluções para o caso.
A investigação do MPDFT foca em apurar a legalidade das operações de crédito consignado no DF, com a expectativa de novos anúncios e responsabilizações nos próximos meses.
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