Uma nova proposta polêmica surge no cenário do Bolsa Família. Um político defende a criação de um bônus de R$ 5 mil para beneficiários que consigam um emprego formal e deixem o programa social.
A sugestão, que visa incentivar a entrada no mercado de trabalho, foi apresentada por Romeu Zema, pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais.
Durante um evento com empresários, Zema criticou as regras atuais do programa e propôs maior exigência de qualificação e conclusão de estudos para os homens beneficiários.
A ideia, segundo o político, é estimular a autonomia financeira e a ascensão social através do trabalho formal e da capacitação profissional.
As declarações acontecem em um momento em que o governo federal divulga dados positivos sobre a saída de famílias do programa devido ao aumento de renda.
Desde março de 2023, mais de 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família em todo o país após melhorarem sua situação financeira.
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Somente em maio de 2026, milhões de desligamentos foram registrados em diversas capitais, indicando uma tendência de reinserção no mercado de trabalho.
O programa conta com a “Regra de Proteção”, que garante uma transição gradual para famílias que tiveram aumento de renda, com redução de 50% no benefício por até 12 meses.
Relatórios recentes mostram que mais de 80% das vagas formais criadas no primeiro trimestre de 2026 foram ocupadas por inscritos no CadÚnico.
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