O Governo Federal emitiu um alerta crucial para aproximadamente 177 mil famílias brasileiras sobre a necessidade de devolução de valores recebidos do Auxílio Emergencial.
A medida, que já está em curso em 2026, visa corrigir inconsistências identificadas durante auditorias do programa.
As notificações estão sendo enviadas após cruzamentos de dados que apontaram possíveis pagamentos indevidos.
Os motivos mais comuns incluem a existência de vínculo de emprego formal ativo, renda superior aos limites estabelecidos ou outras irregularidades durante o período de concessão do benefício.
Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná concentram o maior número de notificações.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) reconhece que alguns casos podem envolver dados desatualizados ou equívocos nos registros oficiais.
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Nesses cenários, o beneficiário pode comprovar a correção de sua situação e solicitar a suspensão ou cancelamento da cobrança.
Cidadãos notificados devem acessar o sistema Vejae para apresentar defesa e comprovar sua situação.
A devolução dos valores, quando confirmada, pode ser feita via Pix, cartão de crédito ou boleto através da plataforma PagTesouro, com possibilidade de parcelamento em até 60 vezes.
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