O Governo Federal confirmou o início dos pagamentos do Bolsa Família para o mês de junho, com o primeiro lote liberado no dia 17.
A medida prioriza famílias com o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) igual a 1, garantindo o acesso ao benefício em todo o país.
A liberação segue um cronograma escalonado até o dia 30 de junho, conforme o NIS de cada beneficiário.
A grande novidade é que famílias em municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública receberão o valor integral no primeiro dia de pagamentos, um reforço crucial em momentos de crise.
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Desde a sua reformulação, o programa assegura um pagamento mínimo de R$ 600 por família inscrita.
O total recebido pode aumentar bastante dependendo da composição familiar. Os bônus são divididos da seguinte forma:
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R$ 150 extras: Para cada criança de até 6 anos de idade.
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R$ 50 extras: Para gestantes e jovens com idade entre 7 e 18 anos.
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R$ 50 extras (Benefício Variável Familiar Criança): Destinado a dependentes de 7 a 16 anos incompletos.
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R$ 50 extras (Nutriz): Pago durante seis meses para mães de bebês de até seis meses, auxiliando na alimentação da criança.
Para evitar que o cidadão perca o apoio financeiro imediatamente ao conseguir um emprego ou aumentar a renda, existe a Regra de Proteção.
Se a renda por pessoa da casa ultrapassar o limite de R$ 218, mas permanecer abaixo de R$ 706, a família tem o direito de continuar recebendo 50% do benefício por até 12 meses.
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