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O feriado pode mudar com o fim da escala 6×1; veja o que pode acontecer a partir de agora

Fim da escala 6x1

Foto: Reprodução (Agência Brasil)

A aprovação inicial para o fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados está gerando um alerta entre os trabalhadores brasileiros sobre o futuro dos seus salários e folgas.

Com a proposta de reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, a principal dúvida é como ficará o bolso e a rotina de quem costuma dar expediente aos domingos e feriados nacionais.

O que vai mudar com o fim da escala 6×1?

Inicialmente, o texto que prevê o fim da escala 6×1 foi aprovado em dois turnos na última quinta-feira (28) pelos deputados federais, mas o caminho burocrático ainda não terminou.

Para que as novas regras entrem definitivamente na vida dos brasileiros, o projeto precisa passar pela aprovação no Senado e receber a sanção presidencial oficial para ter força de lei.

Mesmo sem estar valendo neste momento, o fim da escala exige que empregados e patrões comecem a planejar o futuro. Muitas categorias temem que a conquista de mais dias de descanso acabe anulando o direito a valores extras no contracheque.

O que vai acontecer com o pagamento dos feriados?

Atualmente, a legislação brasileira garante que todo profissional convocado para trabalhar durante um feriado tem o direito de receber o pagamento em dobro pelo dia de serviço.

A outra opção permitida pela lei é a concessão de uma folga compensatória em outro dia da semana, além da folga semanal remunerada.

Segundo especialistas em direito trabalhista, essas garantias não correm nenhum risco de cancelamento. Ou seja, mesmo com a aprovação final do fim da escala 6×1, os direitos financeiros de quem trabalha em dias de descanso oficial continuam rigorosamente os mesmos.

O que vai mudar com o fim da escala 6×1?

Uma confusão muito comum é achar que shoppings, farmácias, hospitais e supermercados vão fechar as portas nos feriados.

O trabalho aos domingos e feriados vai continuar existindo normalmente. A verdadeira mudança será sentida na dor de cabeça dos gestores de Recursos Humanos, que precisarão readequar a presença dos funcionários.

Para respeitar o novo limite semanal sem interromper o atendimento ao cliente, as empresas terão que implementar mudanças internas radicais:

Então, enquanto o texto tramita em Brasília, o trabalhador não deve aceitar nenhuma redução nos seus direitos sob a justificativa de que a lei vai mudar em breve.

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