O Governo federal confirmou duas novas regras cruciais para o Bolsa Família em 2026, impactando diretamente os beneficiários.
As mudanças, oficializadas pela Portaria nº 1.145/2025, visam otimizar a fiscalização do Cadastro Único (CadÚnico) e refinar os critérios de elegibilidade para assegurar que o auxílio alcance quem realmente necessita.
A principal alteração envolve uma fiscalização mais rigorosa do CadÚnico.
O Governo intensificou o cruzamento de dados com bases da Receita Federal e do INSS para identificar mais rapidamente inconsistências na renda declarada.
Isso pode levar ao cancelamento de benefícios de quem não se enquadra mais nos requisitos. É fundamental que os beneficiários mantenham seus cadastros atualizados a cada 24 meses para evitar bloqueios ou suspensões.
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Os critérios de elegibilidade do Bolsa Família também foram ajustados. A renda per capita familiar não deve ultrapassar R$ 218 para ter direito ao benefício.
O valor mínimo de R$ 600 por família foi mantido, com adicionais como o Benefício Primeira Infância (BPI) de R$ 150 por criança de até 6 anos e o Benefício Variável Familiar (BVF) de R$ 50 para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos incompletos.
A revisão cadastral é obrigatória para evitar a perda do auxílio.
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