A Receita Federal anunciou uma notícia de alívio para milhares de contribuintes em 2026.
Graças ao reprocessamento de declarações retificadoras, cerca de 70 mil brasileiros foram liberados da temida malha fina. Este movimento representa uma redução significativa na taxa de retenção, que caiu para 6,08% após a atualização.
Embora este número seja positivo, é importante notar que aproximadamente 200 mil declarações ainda permanecem sob análise.
A taxa de retenção atual, mesmo com a queda, ainda é 1,09% superior à registrada no mesmo período do ano anterior.
Em 2026, observou-se um aumento de 1,5% no volume geral de declarações entregues à Receita Federal, com o órgão fiscalizador considerando o índice de retenção atual como compatível com padrões históricos.
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A malha fina ocorre quando a declaração do Imposto de Renda é retida para uma verificação mais minuciosa pela Receita Federal, visando identificar inconsistências ou irregularidades.
Erros comuns que levam à retenção incluem valores incorretos, omissão de rendimentos, rendimentos incompatíveis com movimentações financeiras, patrimônio desproporcional à renda declarada e divergências de informações com terceiros.
Mesmo a declaração de um dependente que já consta em outra declaração pode ser um motivo.
Caso sua declaração caia na malha fina, o recebimento da restituição fica suspenso até a conclusão da análise. Há também a possibilidade de aplicação de multas.
A não regularização da situação pode levar à inscrição do CPF no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).
Em situações de erros no preenchimento, a regularização pode ser feita através do envio de uma declaração retificadora online.
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