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Salário mínimo sobe e mexe diretamente no bolso de aposentados do INSS

Salário mínimo sobe e mexe diretamente no bolso de aposentados do INSS

Novo salário de R$ 1.621 mexe em pagamentos e benefícios do INSS (Imagem: FDR)

A notícia que acaba de ser confirmada pelo INSS pegou muitos de surpresa: o novo salário mínimo de R$ 1.621 começou a valer desde fevereiro e ele mexe diretamente no bolso de aposentados, pensionistas e beneficiários de diversos programas sociais.

O reajuste, oficializado pelo Decreto 12.797/2025, representa um aumento de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais no valor mensal.

Essa correção tem um impacto direto na vida de milhões de brasileiros que dependem do piso nacional para sua subsistência.

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O novo valor de R$ 1.621 não beneficia apenas quem recebe o piso. Ele serve de base para o cálculo de diversos pagamentos essenciais, incluindo aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e o salário-família.

Isso significa que a maioria dos benefícios vinculados ao INSS e outras esferas trabalhistas sofrerá alterações.

A política de valorização do salário mínimo considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Em 2026, o aumento foi de 6,79%, resultando no valor atual de R$ 1.621 mensais, R$ 54,04 diários e R$ 7,37 por hora.

O impacto econômico é significativo: estima-se que o reajuste injete R$ 81,7 bilhões na economia, afetando diretamente 61,9 milhões de brasileiros, segundo o Dieese.

O governo projeta um impacto combinado de R$ 110 bilhões ao considerar também a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

Para os segurados do INSS, os benefícios que recebem um salário mínimo foram reajustados integralmente para R$ 1.621. Benefícios acima do piso tiveram um reajuste de 3,90% (INPC de 2025). O teto do INSS agora é de R$ 8.475,55.

As contribuições ao INSS para trabalhadores com carteira assinada (CLT) também foram ajustadas, variando de 7,5% a 14%, dependendo da faixa salarial. Autônomos, facultativos e MEI também terão seus recolhimentos impactados pelos novos valores.

No caso do seguro-desemprego, a parcela mínima é de R$ 1.621, com a parcela máxima atingindo R$ 2.518,65. Já o salário-família, pago a trabalhadores com renda mensal de até R$ 1.980,38, tem um valor de R$ 67,54 por dependente.

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