O Programa Desenrola Brasil, iniciativa do governo federal para renegociação de dívidas, trará mudanças significativas para o crédito consignado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A modalidade de cartão consignado e de benefícios será extinta, conforme anunciado recentemente.
O impacto das mudanças no consignado
As alterações, que visam otimizar o acesso a crédito mais vantajoso para os segurados, serão implementadas de forma gradual.
O governo reconhece o crédito consignado como uma opção de juros mais baixos, tornando-o atrativo no mercado.
Segundo a Medida Provisória do programa, o objetivo é aprimorar as condições oferecidas aos beneficiários do INSS.
A extinção do cartão consignado e de benefícios representa uma reorganização das ferramentas de crédito disponíveis, buscando maior segurança e melhores taxas.
O impacto dessas mudanças no cotidiano dos aposentados e pensionistas ainda será sentido conforme as novas regras forem sendo estabelecidas. A prioridade é manter o caráter de crédito acessível e com baixos encargos para este público.
Nova estrutura e limites do crédito consignado
Houve uma mudança importante no teto de endividamento para aposentados e pensionistas. A principal alteração é a redução da margem consignável total, que cai de 45% para 40% do valor do benefício.
O que você precisa saber:
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Fim da reserva para cartões: A regra atual extingue a margem exclusiva de 10% que era dividida entre o cartão consignado (5%) e o cartão de benefícios (5%). O objetivo é afastar o segurado dessas modalidades, que possuem juros mais elevados.
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Novo limite unificado: O comprometimento máximo da renda, que antes somava 45% (considerando todas as modalidades de crédito), agora está fixado em 40%.
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Redução progressiva a longo prazo: O aperto no crédito não para por aqui. A partir de 2027, esse limite de 40% sofrerá cortes graduais de 2 pontos percentuais ao ano.
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