O mercado financeiro brasileiro acaba de entrar em uma rota de colisão que favorece diretamente o bolso do consumidor. Em uma ofensiva sem precedentes, Itaú e Santander lançaram condições agressivas para os dois objetos de desejo mais cobiçados de 2026: o novo Samsung Galaxy S26 e o carro elétrico BYD Dolphin Mini.

Se você estava esperando o momento certo para trocar de smartphone ou finalmente garagem um carro elétrico, a hora pode ter chegado. Entenda os detalhes dessa disputa de gigantes.
Itaú e o Galaxy S26: Tecnologia por menos de R$ 160
O Itaú decidiu dobrar a aposta em seu ecossistema de tecnologia. Através do programa Sempre de Samsung, o banco agora permite que clientes adquiram o Galaxy S26 com parcelas a partir de R$ 156,00.
A estratégia é clara: fidelizar o cliente pelo uso recorrente do cartão de crédito. Ao final de 21 meses, o usuário pode escolher entre trocar o aparelho pelo próximo lançamento, devolvê-lo ou pagar um valor residual para ficar com o dispositivo definitivamente.
Para quem busca o topo de linha da Samsung sem comprometer o limite total do cartão com uma compra à vista, a oferta é imbatível.
Santander reage com o “Sonho Elétrico” por R$ 999
Não demorou para o Santander contra-atacar, mas em outra frente de consumo. Líder histórico em financiamentos veiculares, o banco anunciou condições especiais para o BYD Dolphin Mini, o carro elétrico que mudou o cenário urbano no Brasil.
Com parcelas fixadas em R$ 999,00, o Santander utiliza o modelo de parcela balão. O cliente oferece uma entrada, paga mensalidades reduzidas que cabem no orçamento mensal e deixa uma parcela final para o encerramento do contrato.
O argumento de venda é poderoso: a economia mensal de combustível ao trocar a gasolina pela eletricidade pode chegar a cobrir boa parte do valor da prestação.

Fique atento às letras miúdas
Embora as parcelas de R$ 156 e R$ 999 sejam extremamente atrativas, especialistas alertam: é fundamental calcular o Custo Efetivo Total (CET).
No caso do Galaxy S26, por exemplo, verifique o valor do pagamento final; para o Dolphin Mini, o foco deve estar na taxa de juros aplicada sobre o saldo devedor e no valor da entrada necessária.
