As famosas águas de março começaram sob forte alerta meteorológico uma região do país. O cenário de perigo é imediato, com previsão de acumulados de até 300 mm em áreas específicas até esta quarta-feira.

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(Imagem/Geração: FDR)
Atualmente, a situação mais crítica concentra-se na Bahia, com destaque para o litoral, o sul do estado e a Chapada Diamantina. Certamente, o solo já encharcado pelas chuvas de fevereiro aumenta drasticamente o risco de desastres naturais. Em fevereiro, cidades como Turiaçu (MA) e São Gonçalo (PB) ultrapassaram a marca dos 370 mm, e a tendência é que o início de março siga esse ritmo intenso.
Dessa maneira, o governo e a Defesa Civil orientam atenção total. Portanto, moradores de áreas de encosta ou próximas a rios devem monitorar os sinais de perigo e buscar abrigo seguro.
Cidades em alerta máximo (Previsão de até 300 mm)
Visto que a instabilidade é generalizada, os maiores acumulados nesta primeira semana de março devem ocorrer no:
- Maranhão: Centro-sul do estado (regiões de Grajaú e Carolina).
- Piauí: Teresina e áreas do centro-sul.
- Bahia: Vitória da Conquista, Guanambi, Lençóis e áreas litorâneas.
- Ceará e Paraíba: Chuvas frequentes com acumulados entre 50 mm e 200 mm.
Impactos e riscos para a população
Por outro lado, a persistência da chuva volumosa traz consequências graves para a infraestrutura urbana e rural:
Dessa forma, o sistema de monitoramento (Cemaden) segue operando em esquema de plantão. Recentemente, a cidade de João Pessoa (PB) e Jaboatão dos Guararapes (PE) também registraram volumes acima de 230 mm, provando que a chuva não está dando trégua nem mesmo no litoral.
Finalmente, vale ressaltar que a instabilidade deve começar a perder força gradualmente após a quarta-feira (4), mas os efeitos do solo saturado podem durar por toda a semana. Em resumo, o Nordeste enfrenta um dos inícios de março mais chuvosos dos últimos anos.