A inauguração de uma nova unidade da Havan em Maringá (PR), no dia 27 de fevereiro de 2026, chamou atenção nas redes sociais por um motivo além da abertura da loja. O empresário Luciano Hang precisou lidar com a presença de uma pastelaria tradicional que funcionava havia 37 anos no mesmo ponto.

Porém, sua forma de lidar com a situação, chamou a atenção da internet. Em vez de retirar o vendedor do local, Hang decidiu construir uma estrutura fixa e permanente para ele ao lado da nova unidade.
O que aconteceu na inauguração
Durante o evento de inauguração, o empresário apresentou a nova loja ao público e, na sequência, revelou a entrega da nova estrutura para o vendedor conhecido como Zé. Segundo relatos compartilhados nas redes:
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O comerciante atuava há quase quatro décadas no mesmo ponto.
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A construção da loja poderia inviabilizar o espaço antigo.
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A empresa optou por custear uma barraca estruturada, próxima à fachada da unidade.
O momento foi marcado por discursos emocionados e presença de público com bandeiras do Brasil, cenário comum nas inaugurações da rede.
Repercussão nas redes sociais
Um dos vídeos do episódio ultrapassou milhares de curtidas em poucas horas, seguido de milhares de comentários.
Parte dos internautas classificou o gesto como exemplo de apoio ao pequeno empreendedor. Outros aproveitaram o episódio para reforçar posicionamentos políticos, associando a iniciativa à defesa do livre mercado.
A trajetória pública de Hang inclui forte atuação política e apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o empresário já enfrentou decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relacionadas a questões eleitorais nos últimos anos.
Expansão da Havan e impacto local
A nova unidade da Havan em Maringá integra o plano de expansão da varejista, que mantém dezenas de lojas pelo país.
Inaugurações da Havan costumam mobilizar moradores e gerar movimentação econômica nas cidades onde a empresa se instala. Nesse caso específico, a permanência da pastelaria, de fato, acabou se tornando o principal símbolo do evento.
Embora o título sugira retirada, o desfecho foi diferente: a pastelaria não foi encerrada, mas transferida para uma estrutura nova e definitiva ao lado da loja de Luciano Hang.
O episódio reforça como ações empresariais podem ganhar dimensão nacional quando combinam expansão comercial, narrativa social e forte repercussão digital.
