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A espera acabou para os candidatos do “ENEM dos Concursos”. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) liberou, às 16h desta quarta-feira (18/02), os resultados individuais e definitivos do 2º Concurso Nacional Unificado (CNU 2).
A consulta já pode ser feita diretamente na área do candidato. Além das notas, esta fase é crucial para saber o destino dos recursos e a pontuação final na prova discursiva e de títulos. O FDR preparou um guia rápido para você acessar seu resultado e não perder as datas de convocação, que começam já nesta semana.
Como consultar o resultado individual do CPNU 2?
Para acessar suas notas e o status dos recursos, o candidato deve:
- Acessar o site oficial da FGV (banca organizadora): conhecimento.fgv.br/cpnu2.
- Fazer login na Área do Candidato com CPF e senha.
- Conferir o resultado definitivo da prova discursiva e da avaliação de títulos (pós-recursos).
Calendário de Convocação: Atenção aos prazos!
O MGI alerta que, devido ao período pós-carnaval, os prazos serão curtos. O “grande dia” para quem espera a lista de aprovados é a próxima sexta-feira, 20 de fevereiro.
Datas importantes de fevereiro:
- 18/02 (Hoje): Consulta individual e listas definitivas pós-recursos no site da FGV.
- 20/02 (Sexta): Divulgação da Lista de Aprovados (vagas imediatas e reserva) e edital da 1ª convocação para confirmação de interesse.
- 20 a 23/02: Prazo obrigatório para confirmar interesse na vaga ou no curso de formação.
- 27/02: Divulgação da 2ª rodada de convocação.
Cuidado: A confirmação de interesse é OBRIGATÓRIA
Muitos candidatos cometem o erro de achar que a aprovação no Diário Oficial garante a vaga automaticamente. No CPNU 2, quem for convocado precisa manifestar interesse no site da FGV entre os dias 20 e 23 de fevereiro.
Atenção: Se você for aprovado e não confirmar o interesse dentro do prazo (até às 23h59 do dia 23/02), perderá o direito à vaga e a lista de espera será rodada.
Vagas e diversidade
O CPNU 2 ofertou 3.652 vagas em 32 órgãos federais. Esta edição é histórica por aplicar novas regras de equidade de gênero e cotas ampliadas para pessoas indígenas e quilombolas, buscando tornar o serviço público “a cara do Brasil”.