
Foto: Geraldo Bubniak/AEN
A multinacional indiana Tata Consultancy Services (TCS) anunciou o investimento de R$ 200 milhões (US$ 37 milhões) para a construção de um campus de última geração em Londrina, no Paraná. A instituição realizou o anúncio oficial nesta terça-feira (27) e detalhou que o novo complexo gerará 1.600 empregos diretos até sua conclusão em 2027.
Presente na cidade há sete anos, onde mantém seu maior centro de operações no Brasil, a TCS projeta que a nova sede funcione como um hub estratégico para apoiar clientes de diversos setores no Brasil e na América Latina.
Estrutura e inovação tecnológica
O novo campus contará com uma área de 9 mil metros quadrados e três instalações recém-construídas com certificação LEED Gold. A estrutura permitirá reunir a força de trabalho já existente em um único local, além de ampliar a capacidade para futuras contratações.
De acordo com a empresa, a unidade focará em tecnologias de ponta e transformação de negócios, incluindo:
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Inteligência Artificial (IA) e laboratórios de IA;
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Cibersegurança;
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Soluções ERP;
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Desenvolvimento de competências em tecnologias Google, AWS, SAP e Microsoft.
Impacto na mão de obra e formação
Atualmente, a multinacional emprega cerca de 2.500 pessoas em Londrina. Com a nova sede, o governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou que o complexo poderá abrigar, no futuro, até 5 mil funcionários nas áreas de programação e tecnologia, saiba mais sobre vagas de emprego.
A presença de mão de obra qualificada impulsiona o investimento no Estado, que capacita profissionais desde a base. Programas como o Talento Tech e o ensino de programação na rede estadual sustentam a formação dos jovens para o setor de tecnologia, que oferece salários acima da média.
Compromisso com a diversidade
O CEO da TCS no Brasil, Bruno Rocha, ressaltou que a operação em Londrina possui um forte componente de inclusão social.
“A TCS é uma empresa comprometida com o desenvolvimento da sociedade. Em Londrina, 37% dos empregados são mulheres e 6,5% são pessoas com deficiência. Temos diversos trabalhos sociais para incentivar os jovens a trabalhar com tecnologia, ciência, matemática, principalmente em grupos que talvez não pensassem em seguir essa carreira”, explicou Rocha.
Atualmente, os números da empresa na região mostram:
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37% do quadro de funcionários é composto por mulheres;
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6,5% das vagas são ocupadas por pessoas com deficiência (PcD);
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Foco na qualificação de jovens em situação de vulnerabilidade para carreiras em tecnologia, ciência e matemática.