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Selic a 15% trava crédito e o consumo: entenda o que muda

Por Moysés Batista
28 de setembro de 2025
Uma família em casa revendo as contas após ajuste da Taxa Selic a 15%

Taxa Selic ─ Imagem: Geração/FDR

O Banco Central manteve a taxa Selic em 15% na última reunião do Copom.

Esse nível, o mais alto em quase duas décadas, deve permanecer por mais tempo.

Para o consumidor, o efeito é imediato: crédito mais caro, consumo retraído e, em contrapartida, renda fixa em alta.

Por que o BC segurou a Selic em 15%?

O Banco Central justificou a manutenção pela inflação ainda acima da meta.

Mesmo com sinais de desaceleração nos preços, a autoridade monetária prefere cautela.

Analistas, contudo, afirmam que cortes devem vir apenas em 2026, dependendo dos próximos indicadores econômicos.

Como isso afeta seu bolso?

  • Empréstimos e financiamentos: taxas seguem elevadas em imóveis, rotativo e crédito pessoal.
  • Consumo: famílias adiam compras a prazo, priorizando gastos básicos.
  • Investimentos: CDBs, LCIs e Tesouro Selic entregam retornos atrativos e com baixo risco.

Além disso, empresas enfrentam dificuldades para expandir ou contratar crédito, o que pode reduzir geração de empregos.

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O que esperar das próximas semanas?

O mercado acompanha os dados do IPCA de setembro. Se a inflação continuar cedendo, pode crescer a pressão por cortes antecipados.

No entanto, a mensagem do Copom foi clara: juros altos por mais tempo, forçando brasileiros a reorganizar o orçamento.

Para quem investe pensando em aposentadoria ou grandes objetivos, o cenário de juros altos exige cautela.

Isso porque, a renda fixa oferece segurança, mas, no longo prazo, pode perder atratividade se a Selic cair em 2026.

Já a Bolsa tende a sofrer, pois empresas reduzem investimentos e lucros.

Mesmo assim, setores ligados a commodities e exportações seguem como alternativas de diversificação.

Uma família em casa revendo as contas após ajuste da Taxa Selic a 15%
Taxa Selic ─ Imagem: Geração/FDR

Fundos imobiliários (FIIs), por exemplo, sentem a pressão da taxa básica.

O custo do crédito encarece projetos e diminui a atratividade imediata. Porém, investidores mais pacientes enxergam oportunidade de entrada a preços mais baixos.

O que muda na vida do consumidor comum?

A principal consequência está no planejamento financeiro das famílias.

Cartões de crédito e cheque especial, já caros, ficam ainda menos viáveis como solução emergencial.

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Por isso, se torna mais importante renegociar dívidas, priorizar a quitação de juros altos e manter uma reserva de emergência.

Além disso, a desaceleração do consumo impacta o mercado de trabalho. Menor demanda pode frear contratações, principalmente no varejo.

Dessa forma, o ciclo de juros altos atinge tanto quem compra quanto quem depende da atividade econômica para garantir renda.

Moysés Batista

Moysés Batista

Moysés Batista é editor de conteúdo no FDR, com foco em finanças pessoais, benefícios sociais, políticas públicas e direitos do cidadão. Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), atua com foco na produção de conteúdos informativos orientados por dados oficiais e normas do Governo Federal. É responsável por análises e pautação sobre programas sociais, crédito, previdência e consumo, com ênfase em clareza, serviço ao leitor e verificação de informações públicas. E-mail para contato: moysesbatista@gridmidia.com

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