Auxílio-doença do INSS sem perícia médica? Entenda as regras

Beneficiados podem receber o auxílio-doença do INSS sem passar por perícia médica presencial. Mudança faz parte das ações do Instituto Nacional do Seguro Social para redução das filas de espera por benefícios.

Auxílio-doença do INSS sem perícia médica? Entenda as regras
Auxílio-doença do INSS sem perícia médica? Entenda as regras. (Imagem: FDR)

Milhares de pessoas aguardam para receber benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social em todo o país. Para acelerar a aprovação, o auxílio-doença do INSS pode ser concedido sem a necessidade de perícia médica presencial. Em outubro desse ano, 1,1 milhão de pessoas aguardavam pelo benefício.

Auxílio-doença do INSS sem perícia médica

  • A grande demora na concessão do benefício é a marcação da perícia, mais de 600 mil pessoas aguardavam o agendamento em outubro.
  • A solução foi a criação da perícia documental, o Atestmed.
  • Com ele, os segurados fazem o envio da documentação médica, ela é analisada pelo perito e o benefício é concedido.
  • De acordo com o INSS, caso a documentação esteja toda correta, o benefício pode ser aprovado no mesmo dia.
  • Com o Atestmed, todo o processo de solicitação, perícia e aprovação é feito virtualmente.
  • Em alguns casos o segurado pode ser convocado para uma perícia médica presencial. Nessas situações ele será comunicado pelo INSS.

Documentos para a perícia médica documental

Além das informações pessoais, o segurado deve enviar documentos que comprovem a necessidade de afastamento. Que devem constar:

  • Nome completo do requerente;
  • Data de emissão;
  • Data de início do repouso;
  • Prazo de repouso estimado, é necessário inserir mesmo que tempo seja indeterminado;
  • Assinatura do médico/odontólogo responsável, com carimbo de identificação, com registro do Conselho de Classe (Conselho Regional de Medicina – CRM, Conselho Regional de Odontologia – CRO ou Registro do Ministério da Saúde – RMS), que poderão ser eletrônicos ou digitais, desde que respeitados os parâmetros estabelecidos pela legislação vigente; e
  • Informações sobre a doença ou Classificação Internacional de Doenças – CID.

 

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.