Vai renegociar sua dívida pelo Desenrola Brasil em uma agência Caixa? Saiba quais documentos levar

As agências da Caixa estão realizando orientações sobre a renegociação de dívidas através do Desenrola Brasil. Além disso, também é possível buscar informações sobre o Minha Casa Minha Vida e as linhas de crédito da Caixa.

Vai renegociar sua dívida pelo Desenrola Brasil em uma agência Caixa? Saiba quais documentos levar
Vai renegociar sua dívida pelo Desenrola Brasil em uma agência Caixa? Saiba quais documentos levar (Imagem: FDR)

A campanha “Tá na CAIXA” está ajudando os brasileiros a renegociarem suas dívidas através do Desenrola Brasil. O atendimento começou mais cedo nesta quarta-feira, 18. A ação conta com a presença de dirigentes de toda a alta administração do banco.

Campanha Tá na Caixa

O funcionamento das agências vai variar de acordo com a localidade, em São Paulo, por exemplo, as agências estão abertas desde às 9h e fecharão as 16h. durante a campanha é possível ter orientação sobre:

Para ter acesso ao serviço é necessário apresentar:

  • Um documento de identificação com foto e o CPF
  • Caso tenha algum contrato com o banco, é sempre interessante levar os documentos.
  • Isso vale para quem está com algum problema com algum desses programas e possui documentos que comprovem a situação, é bom levá-los

3ª etapa do Desenrola Brasil

A terceira e última etapa de renegociação de dívidas do Desenrola Brasil foi iniciada pelo Governo Federal no começo de outubro.

As renegociações devem ser feitas através da plataforma oficial; para saber como utilizá-la clique aqui. A terceira etapa é voltada ao seguinte grupo:

Nessa fase os brasileiros poderão renegociar:

  • Dívidas de até R$ 5 mil, bancárias ou não, contraídas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022
  • Dívidas entre R$ 5 mil e R$ 20 mil, mas, nesse caso o pagamento deverá ser à vista

O programa está disponível até dezembro desse ano.

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.